Cultura

Festival de Teatro movimenta cerca de 1.500 pessoas em Bauru

Por Luiz Cordeiro | Divulgação
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Luiz Cordeiro/Divulgação

“Amnésis - uma busca intencional pela lembrança” foi uma das atrações

Programação de espetáculos, oficinas, ações formativas, bate-papos com atores e diretores. A 16ª edição do Festival do Teatro Brasileiro – Cena Baiana - movimentou a cidade na última semana, envolvendo um público de aproximadamente 1.500 pessoas em Bauru.  Foram dois espetáculos – “Entre Nós – Uma Comédia sobre a Diversidade” e “Amnésis - uma busca intencional pela lembrança”, premiados e gratuitos. Em três dias de espetáculos abertos para o público, o Teatro Municipal recebeu cerca de mil pessoas.

O evento ainda continua com o projeto Cenas Curtas, que são oficinas gratuitas direcionadas a alunos da rede pública de ensino de Bauru. As oficinas de introdução de técnicas teatrais se dividem em três tipos: oficinas de dramaturgia, oficinas de jogos teatrais e de encenação. Após os ensaios, as cenas curtas serão apresentadas para a comunidade. Na ocasião, participam os alunos da Escola Estadual Luiz Zuiani.

Segundo a coordenadora do Festival, Larissa Biasoli, a ideia é fazer um festival que ultrapasse a Capital. Neste ano, Bauru foi a única cidade do interior de São Paulo a receber o FTB. “É preciso que se efetive um intercâmbio”, salienta. Ela destaca também o diálogo da linguagem teatral, que é o forte do festival, com outras linguagens, como a da música.

Em Bauru, a musicalização de ritmos brasileiros e confecção de instrumentos com materiais recicláveis foi realizada na Sorri-Bauru com o grupo Bandodipapel. De forma colaborativa, participaram cerca de 60 pessoas, entre músicos, estudantes e arte-educadores. Segundo Ives Quaglia, a intenção é que os instrumentos fiquem disponíveis para a comunidade, para fins educacionais e culturais. 

Outro destaque ficou para o “Programa Educativo - uma ação de formação em 3 movimentos” com alunos da Escola Estadual Luiz Zuiani, que assistiram à peça “Entre Nós”, com direito à bate-papo com os atores. Para Glauber Coradesqui, coordenador pedagógico desta edição, o educativo objetiva criar um elo entre os estudantes e o teatro. “As ações de formação também ajudam a resgatar esta intimidade entre alunos e espetáculos”, aponta.

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