A liderança americana está mais forte do que nunca, apesar de um grande número de desafios, como a luta pela erradicação dos militantes da organização Estado Islâmico (EI) e a epidemia de Ebola, disse ontem o presidente Barack Obama.
Obama, que ao tomar posse a cerca de seis anos prometeu pôr fim às guerras, lança agora um novo combate, contra o grupo EI. A Casa Branca admite que esta situação pode ser estender até o final do seu mandato, em janeiro de 2017.
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“Em períodos de incerteza, o mundo ainda olha para os Estados Unidos e seus valores de liberdade e democracia”, afirmou Obama em seu discurso semanal difundido por rádio e internet.
Novos ataques
Ataques aéreos realizados pela coalizão internacional contra o grupo Estado Islâmico (EI) atingiram vários alvos no Iraque e na Síria, anunciou ontem o Pentágono.
Esses novos ataques aéreos liderados por caças americanos, mas que também tiveram a participação da Jordânia, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos, atingiram sete alvos na Síria, segundo o comandante americano para o Oriente Médio e Ásia Central (Centcom).
Na guerra contra os jihadistas, o exército alemão iniciará na próxima semana a formação e treinamento de combatentes curdos, segundo a revista Der Spiegel.
No total, cerca de 10.000 combatentes curdos serão equipados com armas alemãs, e por isso a necessidade de treinamento por parte deles na utilização de tais armas.
A vez dos britânicos
O Reino Unido enviou ontem dois aviões militares de combate para sobrevoar o Iraque. Esta é a primeira ação dos britânicos na região desde que o Parlamento autorizou ataques contra a milícia radical Estado Islâmico (EI), na sexta.