Internacional

Estado Islâmico decapita mais dez pessoas sete homens e três mulheres na Síria, diz observatório

Reuters
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O Estado Islâmico decapitou sete homens e três mulheres em uma região curda no norte da Síria, disse um grupo de monitoramento dos Direitos Humanos na quarta-feira (1), no que descreveu como uma campanha para atemorizar moradores que resistem ao avanço do grupo militante.


O diretor da entidade oposicionista Observatório Sírio de Direitos Humanos, Rami Abdulrahman, disse que cinco combatentes curdos que lutavam contra o Estado Islâmico, incluindo três mulheres, e mais quatro rebeldes árabes sírios foram capturados e decapitados na terça-feira em um local 14 quilômetros a oeste de Kobani, uma cidade curda cercada pelo Estado Islâmico, nas proximidades da fronteira turca .


Abdulrahman disse que um civil curdo também teve a cabeça arrancada.

 

França


O presidente francês, François Hollande, disse ontem que a França vai ampliar o seu compromisso militar na luta contra o Estado Islâmico


Ao mesmo tempo, o primeiro-ministro britânico, David Cameron, disse ontem que qualquer pessoa que considere viajar para lutar pelo Estado Islâmico será tratada como inimiga do Reino Unido.


Em um comunicado, o gabinete de Hollande informou que “o presidente decidiu reforçar a resposta militar no local”. O comunicado não deu detalhes sobre como o compromisso militar seria expandido.


A França, juntamente com os EUA, vem bombardeando o EI no Iraque, mas não na Síria, onde se opõe ao regime de Bashar al-Assad.

 

REINO UNIDO


O Reino Unido elevou seu alerta contra terrorismo para o segundo nível mais alto, alegando que os militantes islâmicos representam um risco de segurança grave.


Cameron disse em conferência do Partido Conservador que faria o possível para impedir que pessoas viajem para o Iraque e a Síria para combater pelo EI e depois retornem ao Reino Unido.


O temor é de que os combatentes realizem ataques terroristas quando voltem ao país.


“Se você tentar viajar para Síria ou Iraque, vamos usar tudo ao nosso alcance para impedir -tirar seu passaporte, processar, condenar, aprisionar e, se você já estiver fora, podemos até mesmo impedi-lo de voltar”, disse.

O governo britânico estima que pelo menos 500 de seus cidadãos estão atualmente envolvidos no conflito, além de 250 que já retornaram.

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