Primeiramente, quero felicitar a sra. Eulália Serpa, que não conheço pessoalmente, mas que pela entrevista prestada ao JC no último domingo demonstrou toda a sua beleza interior, que, como ela mesmo afirma, nunca se considerou um ícone de beleza. Ela nos encheu de orgulho e nos representou condignamente.
Ela demonstrou muita coragem, pois para enfrentar um certame de beleza e ou simpatia precisa ter o espírito preparado, o que ela demonstrou ter e de sobra, concorrendo com cidades com caravanas muito maiores.
Nesses concursos, o segundo lugar é a mesma coisa que o último, não é? Seu exemplo de vida como esposa, agora viúva, mãe, professora, dá o tom de sua personalidade marcante.
Sempre me disseram que os olhos são o espelho da alma e os jurados devem ter tido esta oportunidade. Em tempo, eu tenho 71 anos de Bauru, e minha esposa tem a mesma idade dela... O segundo assunto que me veio à mente e que já fazia tempo de estar preparando para comentar com os leitores de nosso jornal é sobre a venda de folhas de pagamentos, ou as tais outorgas onerosas, que volta e meio os governos federal, estadual e municipal lançam mão para fazer caixa, cobrindo seus déficits, nos quais não vou entrar no mérito.
Alguém acha que as empresas, bancos, operadoras de telefonia e construtoras não vão reaver o que pagam nessas outorgas ?
Diz um velho ditado: "Donde sai o couro sai a correia."
No caso das folhas de pagamento, cabe aqui uma pergunta: - de quem é a folha de pagamento, do governo que a paga ou dos funcionários que a recebem?
O contratempo fica com os funcionários que perdem sua experiência que gozavam como clientes de seus antigos bancos para serem clientes novos na nova instituição.
Podem ter certeza de que as tarifas cobradas destes últimos é que irão repor, com sobras, o que foi pago na "compra" da folha. Isto é legal ou moral?
William Agua Nova