A vida de qualquer pessoa, empresa, entidade, clube, cidade, estado ou país é administrada por pessoas. Escolher essas pessoas muitas vezes é o grande segredo. Na vida pública, os cargos mais importantes são escolhidos pelo voto popular. Prefeitos, governadores, presidentes e deputados são eleitos pelos cidadãos, ou seja, cada cidadão vale um voto. O voto não deveria ser obrigatório. Deveríamos ter a opção de não votar e não participaríamos das escolhas. Querendo ou não, todos precisam votar e cada voto tem o mesmo valor.
Reconheço o nível fraco das atuais campanhas e a quantidade de falsas promessas que fazem a fim de garantir o seu voto. Não se discute o principal ponto do entendimento político, ou seja, qual é o tamanho de estado que nós queremos, e que estamos dispostos a pagar através de impostos, para se garantir mais serviços à sociedade e com qual qualidade. Discutir o tamanho e papel do estado deveria ser o ponto de partida. Somos obrigados a ouvir uma infinidade de falsas promessas, que seriam necessários aumentar os impostos para viabilizar tais projetos. Acontece que já pagamos um absurdo de impostos e temos um pobre serviço público prestado à sociedade.
Quanto mais dinheiro, pior fica. Além de aumentar o risco de mais corrupção. As cidades vizinhas de Bauru, que administram pequenos orçamentos, dão um show de gestão pública com qualidade, foco no atendimento público e gestão financeira desses recursos. Falo de Lençóis, Piratininga, Duartina, Pederneiras, Arealva, Agudos, etc...
Entretanto, governar o Brasil requer um modelo de gestão através de pessoas gabaritadas e comprometidas com a causa pública e visão de futuro. Este atual governo provou que têm uma péssima gestora que, além de arrogante e prepotente, não aceita críticas, não tem equipe, não promove gestão alguma. Faz-se de conta que administra o país com a tal base aliada. São 39 ministros. Você conhece algum? Esta colcha de retalhos está acabando com a competitividade do país e suas perspectivas futuras.
Se não mudarmos o rumo das coisas, caminharemos no sentido (figurativo) da Venezuela, Argentina, Cuba ou Bolívia. Merecemos este destino que se desenha? Merecemos alguém que sugere para o mundo (ONU) que devemos negociar com o Estado Islâmico? Merecemos esta candidata? Este governo trouxe o país para trás, e nós precisamos resgatar o rumo e o ritmo do crescimento econômico e social com qualidade e dignidade. Portanto, caros leitores do Jornal da Cidade, temos a oportunidade de resgatar a credibilidade, confiança e autoestima no país.
Particularmente, eu votarei no candidato Aécio neste segundo turno, voto contra o atual governo. Escolha seu candidato com carinho, cuidado e muita reflexão. Já que temos que votar, vamos fazê-lo priorizando as causas nobres e importantes do País. Estude o histórico de cada candidato. No próximo dia 26 poderemos ter um clima muito melhor no País se o candidato eleito tiver compromisso com o nosso futuro e for preparado para nos representar. Obrigado! Espero estar contribuindo!
O autor é empresário em Bauru