Há 12 anos esse governo vem destilando seu veneno separatista entre os brasileiros. Pobres contra ricos, como se o filho do rico e o filho da classe média, cujos pais investem em educação, fossem culpados dos outros serem pobres. Negros contra brancos, como se ainda hoje os brancos fossem culpados por eles terem sido escravos no passado. Se esse governo quisesse evitar as separações, daria prazo de validade às bolsas, determinando que após um tempo as pessoas procurassem um emprego e as ajudaria nesse processo, ao invés de eternizá-las, transformando-as em moedas de troca de votos.
Isso impede que aqueles que trabalham mais de 5 meses no ano para pagar impostos progridam, sem que haja produtividade por parte daqueles que as recebem. Daria cotas aos negros, já no ensino fundamental (ou ensino de qualidade) e não na etapa final da escolaridade, que é a universidade. Isso faz com que os não-cotistas que passam a infância e a adolescência estudando para terem um bom desempenho no vestibular percam suas vagas para aqueles que passaram a infância jogando bola, a adolescência "numa boa" e com desempenho ínfimo na escolaridade.
Agora, estamos divididos em regiões: as regiões pró-governo (formada pela turma do bem), e as que são contra (a turma do mau). Ou seria: as regiões que querem viver das bolsas e benesses do governo, pouco importando a corrupção, mensalão, petrolão etc, e as regiões que estão preocupada com o desenvolvimento do país e estão cansadas de pagar essas contas e ver o erário ir para os ralos? Vai ser difícil a nossa presidente desfazer esses rancores que seu partido e seus marqueteiros criaram. Tomara que ela consiga.
Célia Calabria