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Massa aprova desempenho em treinos livres nos EUA


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Felipe Massa aprovou seu desempenho nos treinos livres que abriram o GP dos Estados Unidos de Fórmula 1, nesta sexta-feira (31). O brasileiro ficou satisfeito por ter conseguido completar o programa preparado pela Williams ao mesmo tempo em que obteve o quinto melhor tempo da segunda sessão no Circuito das Américas, em Austin.

"Sempre gosto muito de pilotar nesta pista. Tivemos um dia produtivo e completamos tudo o que havíamos programado", afirmou o piloto da Williams. Massa só reclamou do vento, que variou ao longo dos dois treinos e pode alterar as condições climáticas do treino classificatório, no sábado, e da corrida, no domingo.

"Estava ventando muito à tarde, o que tornou muito difícil fazer uma boa avaliação do equilíbrio do carro. Ele estava um pouco diferente pela manhã por causa disso. Mas o vento provavelmente vai mudar para sábado e domingo, o que pode fazer com que nós precisemos adaptar de leve o acerto do carro", declarou.

Em um dia sem contratempos, Massa começou a sexta-feira com o 11º lugar no primeiro treino livre, atrás do compatriota Felipe Nasr, reserva da Williams, em 8º. Mas se recuperou na segunda sessão, com o 5º tempo, à frente do finlandês Valtteri Bottas, que foi o 11º mais veloz.

O tema envolvendo os questionamentos feitos pela PwC era o primeiro item da reunião, que foi suspensa antes que se chegasse a uma conclusão. A pauta do encontro também previa uma análise sobre o andamento das auditorias internas da Petrobrás sobre a refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, a refinaria Abreu e Lima (Rnest), em Pernambuco, e o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). As três auditorias foram criadas há sete meses sem nunca ter apresentado qualquer conclusão.

Desde maio a estatal enfrenta desgastes em função dessas auditorias. O presidente do Conselho de Administração, o ministro da Fazenda Guido Mantega, decidiu destituir conselheiros independentes do Comitê de Auditoria, um órgão auxiliar responsável por coordenar as apurações internas.

Os cargos foram ocupados por dois conselheiros ligados ao governo, a ministra do planejamento Miriam Belchior e o presidente do BNDES, Luciano Coutinho. A saída do conselheiro gerou reclamações e processos na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), questionando a ingerência política sobre as investigações. As ações foram arquivadas.

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