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Tribunal absolve PMs da Operação Castelinho

Folhapress
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O Tribunal de Justiça absolveu os policiais militares que participaram da Operação Castelinho, que terminou com 12 supostos integrantes da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) mortos a tiros na rodovia Senador José Ermírio de Moraes, a Castelinho.

A operação ocorreu no dia 5 de março de 2002 quando um ônibus que transportava os supostos criminosos foi interceptado na região de Sorocaba (100 km da capital) pela Polícia Militar. A operação teria sido motivada por grampos, que revelariam a intenção do grupo em roubar um avião pagador que transportava R$ 28 milhões.

A defesa, porém, alega que a ação foi um “fato montado” e que não havia avião pagador.

Em sua decisão, o juiz Hélio Villaça Furukawa, da 2ª Vara Criminal de Itu (a 101 km de SP) entendeu que a ação é improcedente e absolveu os policiais. O julgamento ocorreu na terça-feira, mas só foi divulgado na sexta. Ele afirmou que as provas não demonstram indícios suficientes para que os policiais sejam julgados pelo Tribunal do Júri.  “A conduta dos policiais foi de acordo com o que se espera de profissionais diligentes e zelosos”, escreveu Furukawa. A defesa ainda pode recorrer.

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