O grupo Estado Islâmico (EI) reivindicou, em um vídeo postado na internet ontem, a execução do refém americano Peter Kassig, sequestrado na Síria em 2013. O presidente Barack Obama confirmou a morte, dizendo que o trabalhador humanitário foi morto “em um ato de pura maldade” por militantes do Estado Islâmico.
O grupo disse em um vídeo, ontem, que havia decapitado Kassig, e advertiu os EUA que iria matar outros cidadãos norte-americanos “em suas ruas”.
Nas imagens do mais recente vídeo do EI, que já reivindicou desde agosto a execução de quatro reféns ocidentais, um homem mascarado aparece em pé ao lado de uma cabeça decepada, alegando ter decapitado Peter Kassig. A gravação ainda não teve a sua autenticidade confirmada.
“Este é Peter Edward Kassig, um cidadão americano de seu país (...)”, afirma o homem mascarado de sotaque britânico, que associa este assassinato ao envio de conselheiros americanos para ajudar as tropas iraquianas em sua guerra contra o EI.
Não é possível saber, neste momento, se trata-se do “Jihadi John”, o suposto assassino dos jornalistas americanos James Foley e Steven Sotloff.
No mesmo vídeo de 15 minutos, combatentes do EI são mostrados decapitando 15 homens apresentados como soldados do regime sírio de Bashar al-Assad.