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"Tricoteiras" levam cor e alegria

Vinicius Lousada
| Tempo de leitura: 1 min

Há dois anos, algumas amigas de longa data se reuniram pela Internet e criaram o grupo Tricoteiras do Face. Hoje, já são mais de 200 pessoas que colaboram para que gorros, mantas, casacos e sapatinhos cheguem a idosos, crianças, pacientes com câncer e gestantes carentes. Na manhã de domingo, as tricoteiras promoveram sua primeira intervenção urbana, na praça Machado de Mello.

O Grafite de Fios cobriu as árvores do espaço público com linhas coloridas. Até o busto do patrono da praça ganhou um cachecol. “Estamos discutindo a reumanização do nosso Centro. Os moradores da praça estão nos ajudando e já tomaram o café que trouxemos”, conta Tatiana Calmon, uma das criadoras do grupo.

Para participar do Tricoteiras do Face, não é preciso saber fazer tricô ou crochê. São várias as formas de ajudar. Uma delas é doando lãs.

“Muita gente tem lã em casa e acha que não serve para nada, mas nós aproveitamos tudo. Recebemos doações de toda a região” , diz a tricoteira Pitty Vassoler.

A sede do Sindicato dos Ferroviários, na rua Cussy Júnior, 3-40, é um dos pontos de entrega para quem quiser colaborar. Todos, no entanto, podem buscar a página no Facebook e participar ativamente.

Maria América Ferreira adianta que o projeto Graffite de Fios vai continuar e os parques de tricôs e crochês serão levados a outras praças da cidade.

 

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