Em complementação às cartas, pedindo autorização ao prof. Eduardo Jr. e ao sr. Celso Adriano Chermont, também gostaria de expressar minha indignação quanto à sinalização daquela avenida.
Transito por lá diariamente a trabalho e não consigo entender o fundamento de tantas sequências de placas 30, 40 e 30 km p/h, combinadas com tantas lombadas e asfalto irregular.
Um exemplo é nas proximidades do condomínio Tívoli, sentido cond. Lago Sul. A pista é dupla, lado direito muro, lado esquerdo canteiro central; velocidade 30 km p/h. Em frente à portaria justificaria continuar os 30 km, porém podemos acelerar para 40. Passando a portaria, muro de um lado, mato do outro, tiramos o pé para 30 km.
Quase em frente o cemitério Jd. Do Ypê, acontece o mesmo sequencial de placas distribuídas num espaço de aproximadamente 100m, poste sim, poste não. O impressionante é que assim como acontece no Cond. Tívoli, no mesmo sentido, acontece no cemitério. O mesmo sequencial de placas indica sempre aumento de velocidade justamente nas entradas.
O que existe de tão perigoso nessa avenida que determine circulação a 30 km p/h., quase em cima de lombadas? Fluxo de pedestre não é!
Certamente quem trafega por lá diariamente, assim como eu, já pensando nas despesas inevitáveis de dezembro, como por exemplo pagamento do 13º e as contas obrigatórias de janeiro, chegará o dia que não conseguirá fazer essa combinação, observar as placas poste sim poste não, acelerar, tirar o pé, observar o velocímetro, lombadas e procurar onde está seu presente do Papai Noel, aquele radarzinho escondido.
Logicamente não sou contra a redução de velocidade, e sempre presto muita atenção nas sinalizações, nem quero passar por vítima, porém se a Emdurb quiser arrecadar, ali é o lugar certo.
Isso pode ter uma explicação: algum lunático da Emdurb ou Prefeitura talvez resida em alguma daqueles condomínios e mandou espalhar todo o estoque de placas por todo o trajeto da avenida mais perigosa e protegida de Bauru.
Maurílio Fábio de Camargo ? Empresário