Regional

Jaú recebe 4 novos pluviômetros


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A Coordenadoria Municipal da Defesa Civil recebeu quatro pluviômetros automáticos, o que amplia a rede de monitoramento de chuvas nas bacias dos principais córregos afluentes do rio Jaú. O objetivo é ter informações mais precisas e localizadas dos índices pluviométricos e ajudar a melhorar a previsão de desastres naturais e reduzir os danos socioeconômicos e ambientais.

O pluviômetro é um aparelho meteorológico usado para recolher e medir, em milímetros, a quantidade de chuva precipitada durante um determinado tempo e local.

Até então, o único equipamento que informa índices de chuva em Jaú estava instalado na Faculdade de Tecnologia de Jaú (Fatec). Agora quatro novos pontos de coleta de dados vão permitir ter uma noção melhor do índice pluviométrico. Os volumes de chuva estarão disponíveis a partir do dia 10 de dezembro no site do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), que instalou os equipamentos na cidade nesta semana – acesso via menu “produtos” e “estações” e “pluviômetros automáticos”.

O coordenador da Defesa Civil de Jaú, Valdir Baltazar, informa que os novos equipamentos foram instalados nas escolas Helena de Castro Pirágine, no Jardim Novo Horizonte (bacia do córrego dos Pires) e Alvarina  Bizarro Souza, no Jardim Sanzovo (bacia do córrego Jataí). O terceiro equipamento está instalado no estação de captação de água do Saemja ao lado do córrego João da Velha, no Jardim das Paineiras. O quarto equipamento ficou na própria Fatec, onde já existe o pluviômetro manual, para medir o índice de chuva na bacia do córrego da Figueira.

“A Prefeitura, por meio da Defesa Civil, entrou com uma solicitação no Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, que liberou os quatro aparelhos automáticos, avaliados em R$ 8 mil cada um. Foram instalados em quatro pontos da cidade, elencados pela Defesa Civil, com a finalidade de atender às bacias dos córregos afluentes do rio Jaú”, explica Valdir Baltazar.

De acordo com o coordenador, um dos objetivos do equipamento é apontar o quanto choveu em determinada região e o que a chuva trouxe de situação anormal. É possível, segundo ele, criar um banco de dados e saber qual volume de chuva é suficiente para provocar enxurradas bruscas e inundações. “Com esse banco de dados, que vai ser disponibilizado para toda a população através do site www.cemaden.gov.br, é possível realizar estudos para que se façam intervenções de micro e macrodrenagem nas bacias para minimizar os impactos”. Os equipamentos não necessitam de energia elétrica para funcionar.

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