Internacional

Austrália quer saber porque ativista estava livre

Reuters
| Tempo de leitura: 1 min

No dia seguinte ao sequestro que durou 16 horas num café no centro financeiro de Sydney, o primeiro-ministro australiano, Tony Abbott, disse que é preciso investigar por que um ativista islâmico com o histórico de Man Haron Monis estava solto nas ruas.

 

Nascido no Irã, Monis, 50 anos, já havia sido considerado culpado, em 2012, por enviar ameaças a famílias de oito soldados australianos mortos no Afeganistão. Ele também era acusado de ser cúmplice no assassinato da ex-mulher - que fora esfaqueada e seu corpo queimado em 2013 - e de agressões sexuais.

 

Brasileiro morto

 

Apenas um policial envolvido na perseguição e morte do estudante brasileiro Roberto Laudisio Curti, em 2012, na Austrália, foi considerado culpado ontem pelo Tribunal Central de Sydney. Mas Damien Ralph, acusado de agressão por ter utilizado dois tubos e meio de gás pimenta em Curti quando o estudante estava algemado, não cumprirá pena na prisão. Ele terá liberdade condicional e nos próximos dois anos não poderá cometer nenhum crime. 

Comentários

Comentários