No bom momento que a cidade vem vivendo, contemplada com novos investimentos e com isso abrindo novas oportunidades no seu cotidiano, lancemos um novo "olhar para o além", imaginando como será 2015. Economicamente, como afirmam os economistas de plantão, será uma ano de dificuldades e com acentuadas perspectivas voltadas ao processo de recessão. Partindo do princípio de que cada ano tem sua história e seu respectivo histórico, devemos nos preparar para o enfrentamento e imaginar que o ano 2015 pode não ser tão temível como vem se apresentando.
O ano já está aí e vem chegando e, apesar das características de um ano muito difícil, temos que encará-lo e imaginariamente abrir as portas para o 2015 entrar e sentar como se fosse uma sala de estar e conversar sobre como será esse ano, tão preocupante de todos nós. O resquício deste ano 2014 desenhando um ano que não está sendo igual ou melhor dos anos passados pode estar contaminando expectativas e pensamentos, puxados, talvez, pelos escândalos de corrupção (mensalão e petrolão), novos impostos e eventual volta da CPMF.
Os desfechos dessas ações corruptivas são, sem dúvidas, arrasadores ao nosso País e ainda mai, por um outro desfecho que se desenha, focando o BNDS (segundo dizem, outra mega-corrupção), incluindo nessa leitura o retorno da inflação e o crescimento espantoso da criminalidade e da violência. Voltando às perspectivas pessimistas do ano 2015, por mais difícil que ele venha a ser, é preciso mais do que nunca desfraldar a bandeira do otimismo e acreditar nele.
E ao ficar de olho nesse cenário, se pode ou não satisfazer a expectativa nacional, devemos manter a cabeça erguida, fazer nossa parte na busca de maior produtividade, minimizar seus efeitos negativos e nos desdobrarmos em forças das ações para tentar, tentar e tentar, pois, como se diz na tradição, é tentando que se pode conseguir soluções e conquistas. Se não tentar, não vai conseguir nunca. Vem aí o 2015, acredite nele! Esperemos...
O autor é jornalista do Jornal da Cidade