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Basquete: "En passant": Guerrinha comenta passagem relâmpago na Venezuela

Thiago Navarro
| Tempo de leitura: 2 min

No mês de fevereiro, o Paschoalotto/Bauru jogará a primeira fase da Liga das Américas em Tunja, na Colômbia. No Grupo D, estão o Bauru, o Patriotas de Boyacá (Colômbia), o Capitanes de Arecibo (Porto Rico) e o Trotamundos de Carabobo (Venezuela). Neste último, o técnico Guerrinha chegou a ser o treinador em dois jogos nos playoffs do Campeonato Venezuelano, em 2009, substituindo o argentino Guillermo Narvate.

O treinador já estava à frente do Bauru Basket (na época GRSA/Itabom), e foi convidado de última hora pelos venezuelanos, que perdiam a série melhor de sete jogos para o rival Crocodilos. Isso foi em junho de 2009, quando a temporada 2008/09 já havia terminado, e o Bauru estava em recesso – voltaria aos treinos apenas na metade de julho para o Campeonato Paulista daquele ano, o que permitiu a ida de Guerrinha. O Trotamundos acabou perdendo as duas partidas seguintes, com o brasileiro no comando, e acabou eliminado.

Apesar da passagem ‘relâmpago’ pela Venezuela, Guerrinha teve a oportunidade de conhecer um pouco mais do basquetebol do país vizinho, e ver de perto a estrutura oferecida por lá, onde muitos estrangeiros atuam, sobretudo norte-americanos. Ao JC, o técnico comentou sobre sua experiência. Abaixo, os principais trechos:

JC – Você foi treinador por poucos dias lá. O que pode destacar sobre o time?

Guerrinha – A estrutura é boa, tem quadra boa, mas o dono do time muda tudo muito rápido, treinador elenco. É até difícil saber qual será o elenco, eles começam a montar o time em janeiro, agora que o Trotamundos vai definir mesmo quem serão os jogadores para a Liga das Américas.

JC – Você inclusive chegou de última hora...

Guerrinha – Sim, já estava nos playoffs e eu ficaria três jogos. A gente já tinha terminado a temporada aqui, e isso permitiu que eu fosse para lá, mas foi bem rápido mesmo.

JC – E o que dá para usar de experiência dessa rápida passagem pelo Trotamundos agora que será adversário de Bauru?

Guerrinha – Claro que a experiência lá foi válida, mas eu tive muito mais vivência enfrentando times venezuelanos como treinador e como técnico mesmo. A gente sabe da força da escola da Venezuela, e das outras escolas que vamos enfrentar na nossa chave, e temos que estar preparados.

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