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Pai reclama de demora na transferência do Pronto-Socorro Central para UTI de hospital

Marcus Libório
| Tempo de leitura: 1 min

Indignado, o aposentado Oilton Santiago, de 65 anos, cobra a transferência de seu filho do Pronto-Socorro Central (PSC) para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de algum hospital de Bauru ou região. 

 

 

Acometido de pancreatite, o paciente (a família não autorizou divulgar o nome dele), de 38 anos, permanecia ontem à tarde na Unidade de Pacientes Graves (UPG) do PSC, onde foi internado na manhã de sábado. 

 

“Ele está sendo medicado, porém, em um ambiente provisório. O pedido de transferência foi feito ontem (anteontem) por volta das 10h46. O prazo de 24 horas já deu, mas a assistente social aqui do Pronto-Socorro disse que não há vagas em lugar algum”, reclamou.  

 

Santiago avaliou como satisfatório o atendimento no PSC, mas criticou o fato de ser um local inadequado para tratar a inflamação no pâncreas do filho. “Graças a Deus, não será necessário fazer cirurgia, mas aqui ele fica junto com pacientes com todo tipo de doença”. 

 

Segundo a assessoria de imprensa da Fundação para o Desenvolvimento Médico e Hospitalar (Famesp), como o Hospital de Base (HB) não oferece tratamento especializado para pacientes com pancreatite, ele seria levado para o Hospital Estadual (HE) ou para outra unidade hospitalar da região de Bauru. 

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