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Tibiriçá terá Galpão da Agricultura

Marcele Tonelli
| Tempo de leitura: 2 min

Em breve, produtores rurais de Bauru e distrito de Tibiriçá contarão com uma unidade pública que os auxiliará no processamento de produtos hoje vendidos “in natura”. Trata-se do “Galpão da Agricultura”, um projeto da Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento (Sagra), que pretende favorecer a comercialização de produtos agrícolas, agregando valor por meio de técnicas que facilitam o escoamento no mercado.

Na última semana, a prefeitura de Bauru, obteve junto à Secretaria de Agricultura do Estado o aval para a construção do galpão, que será custeado, em partes, pelo Estado.

R$ 158 mil

A obra está orçada em R$ 158 mil, com repasse de R$ 100 mil pelo Governo do Estado. O Galpão terá área construída de 388 metros quadrados e será implantado no Centro Rural, em Tibiriçá.

De acordo com o Secretário de Agricultura de Bauru, Chico Maia, o objetivo é criar um ambiente adequado para o processamento de produtos agrícolas e agregação de valor, atendendo às necessidades dos agricultores rurais do município. “Além de preservar a qualidade dos produtos, possibilitará acesso aos produtores de informações técnicas e de mercado, em Tibiriçá, onde a Sagra possui especialistas em várias áreas”, pontua o secretário municipal.

Autonomia

A iniciativa visa ainda contribuir para a promoção da autonomia econômica, principalmente, dos pequenos produtores. Além de estimular a articulação em grupos produtivos, fortalecendo as organizações produtivas rurais no incentivo às trocas de informações, conhecimentos técnicos, culturais e organizacionais na gestão e comercialização.

“Nossa estratégia está baseada em pilares como capacitação, assistência técnica e extensão rural, acesso ao crédito, agregação de valor e geração de renda, comercialização e melhoria da infraestrutura”, salienta Maia.

A previsão de entrega do galpão é para dezembro de 2015, mas a Sagra não descarta que haja prorrogação da entrega para o ano que vem.

“Ainda teremos que comprar as máquinas. Para isso, usaremos recurso do próprio município e a verba que estou pleiteando junto ao Ministério do Desenvolvimento Agrário”, detalha.


Selos

Com o processamento dos produtos, que deverão passar por máquinas de corte e de embalagem à vácuo, os produtores participantes do projeto passam a receber o selo de inspeção sanitária municipal e o de produto da agricultura familiar.

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