A vitória do suíço Stanislas Wawrinka no último Aberto da Austrália foi uma surpresa no mundo do tênis. Mas, neste ano, o sérvio Novak Djokovic, número 1 do mundo, quer colocar as coisas novamente no lugar em que estavam e retomar seu lugar no alto do pódio do primeiro Grand Slam da temporada.
Com quatro títulos no torneio - o último em 2013 -, Djokovic é o favorito na competição, cuja disputa da chave principal começa na noite deste domingo (18).
Reuters |
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O tenista brasileiro Thomaz Bellucci ocupa o 62º lugar no ranking mundial
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O Brasil estará representado pelos tenistas Thomaz Bellucci (62º do mundo) e João Souza, o Feijão (115º).
Bellucci pegará uma pedreira logo em sua estreia. Ele enfrenta o espanhol David Ferrer (10º do ranking).
Feijão deu mais sorte. Ele enfrentará o croata Ivan Dodig (número 85 do mundo). Ainda assim, o brasileiro é o azarão no confronto.
Na chave feminina, a americana Serena Williams, líder do ranking mundial, tenta acabar com um jejum de quatro anos sem ganhar o primeiro Grand Slam do ano -o último título foi em 2010.
O Brasil não terá representantes na chave principal feminina. Teliana Pereira, melhor brasileira no ranking mundial (112ª), foi eliminada na fase classificatória.
Parceria
Antes de disputar, a partir da próxima semana, o Aberto da Austrália, Thomaz Bellucci confirmou oficialmente que retomou a parceria que um dia já firmou com o técnico João Zwetsch, hoje capitão do Brasil na Copa Davis. O tenista número 1 do País também confirmou seu calendário até o fim de março, sendo que neste período o treinador e o jogador trabalharão juntos em sete torneios.
Depois de iniciar este novo trabalho com Zwetsch no Aberto da Austrália, Bellucci definiu que irá jogar em fevereiro o ATP 250 de Quito, o Brasil Open, o Rio Open e o ATP 250 de Buenos Aires, antes de em março participar do Masters 1000 de Indian Wells e do Masters 1000 de Miami, ambos com duração de duas semanas nos Estados Unidos.
“Estou muito feliz em ter a oportunidade de trabalhar novamente com o João. Ele foi meu técnico durante dois anos (de 2008 a 2010) e com ele alcancei o melhor ranking da minha carreira, além de bons resultados na Copa Davis. Ele é, sem dúvida, um dos melhores técnicos do Brasil, com bastante experiência internacional, além de me conhecer muito bem. A expectativa é que, durante esse período juntos, eu eleve ainda mais o meu nível para conseguir bons resultados”, ressaltou Bellucci, por meio de sua assessoria, durante sua preparação para o primeiro Grand Slam do ano.
O tenista revelou ainda que neste período ao lado de Zwetsch também irá trabalhar junto com outros dois jovens jogadores brasileiros. “Durante algumas semanas desse período, o (Guilherme) Clezar e o Thiago (Monteiro) também viajarão conosco. Como os nossos calendários são praticamente iguais, iremos nos ajudar nesses torneios e espero passar um pouco da minha experiência pro Gui e para o Thiago, que são a próxima geração do tênis brasileiro”, enfatizou Bellucci.
Zwetsch, por sua vez, também aposta que a parceria poderá ter sucesso e festejou a chance de poder trabalhar de forma direta com Bellucci. “Estamos fazendo de uma forma que vai ficar bom pra todo mundo. Para o Clezar e o Monteiro, com certeza, vai ser uma experiência muito legal estar mais próximo ao Thomaz, que é um jogador de nível diferenciado e que poderá trazer bons resultados a todos”, disse o técnico, que já começou a trabalhar com o tenista número 1 do Brasil nesta quinta-feira, em Melbourne, palco do Aberto da Austrália.
