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IOF maior terá impacto pequeno nos empréstimos pessoais, diz associação

Folhapress
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O aumento da alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) em empréstimos pessoais terá impacto pequeno sobre o valor das parcelas, segundo simulações apresentadas ontem pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). 

 

A elevação da alíquota do IOF de 1,5% para 3% ao ano nas operações de até um ano foi anunciada anteontem pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e faz parte de um pacote de medidas para elevar a arrecadação em R$ 20,6 bilhões (veja quadro). 

 

Na simulação para a compra de uma geladeira no valor de R$ 1,5 mil, em 12 vezes, com juros de 4,85% ao mês, a  prestação sobe de R$ 170,96 para R$ 173,48, elevando o valor total do financiamento de R$ 2.051,00 para R$ 2.081,00.

 

No uso de um limite de R$ 5 mil do cheque especial por 20 dias no mês, considerando uma taxa de juros 8,92% por mês, a despesa sobe de R$ 350,58 para R$ 355,09. 

 

Se o caso for empréstimo de R$ 25 mil para compra de um automóvel, com taxa mensal de 1,84%, em 12 meses, cada prestação sobe em R$ 35,11, enquanto o custo total sobe em R$ 421,32.

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