Aceituno Jr. |
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Campanha no Facebook informa sobre situação da menina e ganha solidariedade de internautas |
Do dia pra noite, a vida da família da pequena Ágata Munhoz, de 9 anos, virou de cabeça pra baixo. Moradora de Bauru, a menina seguia uma rotina normal e saudável até que começou a apresentar vômitos constantes no início de 2014.
Após 6 meses de idas e vindas ao médico, o diagnóstico: tumor cerebral.
“No começo, achei que era por nervoso, pois ela havia sofrido bullying na escola”, conta a mãe, Eloana Maria Munhoz, de 34 anos.
Os dias se passavam e Ágata começou a emagrecer além do normal. Até que no final de junho, a família notou que ela estava andando com passos tortos. “Levei-a novamente ao médico e ele disse que era fraqueza, que ela estava desidratada”, lembra a mãe.
Mas o quadro foi se agravando até que, no dia 15 de julho, a menina não parava mais em pé.
Levada ao Pronto-Socorro, Ágata passou por uma tomografia cerebral, que constatou um meduloblastoma, um tumor específico do sistema nervoso central.
Drama
Transferida às pressas para o Hospital das Clínicas de Botucatu, Ágata foi operada dois dias depois, em uma cirurgia que durou quase dez horas e meia.
O tumor foi retirado, mas, complicações surgiram e a menina já passou por mais 11 cirurgias, sendo nove na cabeça, até então.
Ágata não saiu mais do hospital e, atualmente passa por um tratamento agressivo com quimioterapia para evitar que o tumor volte.
Com isso, a imunidade fica baixa e, não raro, ela precisa ser transferida para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital.
“Hoje ela não fala e não anda, e não sabemos quais sequelas mais irá ter. O tratamento é longo e demorado. Mas, apesar de ser um tumor maligno, ele é curável”, explica a mãe.
Frequência
Eloana e o marido, Itallo Pablo Souza Braga, de 35 anos, têm mais dois filhos: Pietro, 5 anos, e Davi, 2 anos e 10 meses, que ficam com a família em Bauru.
Os dois viajam com frequência e se revezam nos cuidados com Ágata no hospital.
Por conta da situação e das faltas constantes para estar ao lado da filha, Itallo acabou perdendo o emprego.
Hoje, a família vive de doações. “Gastamos muito com as viagens, fora as coisas que precisamos comprar para ela, como cremes, lenços umedecidos e muitos outros itens para os cuidados básicos”, lamenta Eloana.
Amizade
Comovidos com as dificuldades e a situação da família, um grupo de amigos do casal criou uma corrente de solidariedade para ajudar Àgata.
Uma conta poupança para recebimento de doações foi aberta para ajudar a família a arcar com as despesas e a agência de publicidade House Criativa criou uma página no Facebook chamada 1 Minuto pela Ágata para divulgar a luta da família (veja na imagem acima).
A família também pede por doadores de sangue. Para ajudar, procure o Hemocentro de Botucatu.
Serviço
Para ajudar a família da Ágata Munhoz, doação de qualquer quantia pode ser feita em uma dessas contas, segundo colabadores que prestam assessoria voluntária no caso:
Banco Santander – Agência: 3051 – Conta poupança: 60004318-1, em nome de Michelli Cristina Munhoz (tia da Ágata), CPF 246.578.658-03
Caixa Econômica Federal – Agência: 4078 – Conta: 12735.1 – Operação 013, em nome de Itallo Pablo Souza Braga
