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CEO da Petrobras e 5 diretores renunciam e busca por novos executivos é acelerada

Por Jeferson Ribeiro e Rodrigo Viga Gaier | Reuters
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Cerca de 350 milhões de reais devem ser investidos pelo governo federal na segurança dos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, segundo o secretário extraordinário de segurança para grandes eventos, Andrei Augusto Passos Rodrigues.

O investimento será destinado à compra de equipamentos, materiais, ferramentas de treinamento, qualificação de profissionais de segurança e na capacitação dos locais de treinamento. O secretário estima que até agora foram investidos 100 milhões de reais nesses quesitos.

“Temos um período de investimento em 2014 e 2015 e custeio em 2016”, disse Rodrigues a jornalistas nesta quarta-feira.

“Vamos utilizar esses recursos em tecnologia, melhoria de ampliação de capacidade de comando e controle, capacidade de transmissão de dados e imagens, equipamentos de proteção individual, de polícia judiciária e em muitas ações de capacitação”, completou ele.

Boa parte desses investimentos em segurança para os Jogos de 2016 ficará como legado para o Rio de Janeiro, de acordo com o secretário. A ideia é poder contar com alguns desses equipamentos voltados para as Olimpíadas em eventos-teste programados para a partir deste ano.

Uma das novidades para os Jogos é a instalação de balões estacionários com câmeras de monitoramento de pessoas em locais de grandes concentrações. Os balões são capazes de transmitir imagens em alta definição e em tempo real para uma central de monitoramento.

“Essas imagens serão enviadas para os centros de operações e vão permitir que as instituições acompanhem em tempo real com altíssima qualidade. Esse tipo de equipamento é uma inovação na Segurança Pública do Brasil", afirmou o secretário.

Ações antiterrorismo também fazem parte do planejamento da preparação da segurança do Brasil para os Jogos de 2016.

Segundo o representante do Ministério da Justiça, reuniões com especialistas de países parceiros como Estados Unidos, França e Alemanha já foram realizadas, e profissionais brasileiros também têm participado de eventos e seminários internacionais sobre o tema.

“São vários eixos de ação, como terrorismo, policiamento ostensivo, segurança de instalações. A tocha olímpica também exige toda uma preparação de segurança... há uma troca de informações, intercâmbio de expertise e capacitação sobre o tema”, declarou Rodrigues, que participou nesta quarta-feira da criação da Comissão Estadual de Segurança Pública e Defesa Civil para os Jogos Olímpicos do ano que vem.

 

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