Não sei como pudemos viver uma vida inteira sem a existência das redes sociais.
Observem que nas redes sociais as pessoas se informam, e mais, formam seus conceitos, julgamentos, constroem relacionamentos, e pedem até a queda de um presidente.
A realidade é que as redes sociais nada mais são que a roupa de palhaço da sociedade.
Você deve estar se perguntando: como assim, a roupa do palhaço?
Bom, não sei se já percebeu que a graça do palhaço é tornar as desgraças humanas tão extravagantes que deixam de ser trágicas e passam a ser cômicas. Quer um exemplo, leia o Auto da Barca do Inferno, escrita por Gil Vicente.
De modo escancarado, o escritor narra as diferenças sociais e as atrocidades que nela ocorriam, nela não há nenhum pingo de ciência, ou dados que confirmem aquela realidade, mas apenas a cita.
Juro, por tudo que me é sagrado, que desliguei o computador quando recebi um convite para assinar uma petição requerendo o impeachment da presidente.
Mas como dizem, a "zoeira never ends", a perseguição chegou até meu celular através do WhatsApp. Eu morro de rir quando os da "Esquerda" apelidam os de "Direita" de "fascistas", quando os primeiros defendem uma porção de direitos trabalhista que foram inspiradas na carta "del lavoro" apresentada por Mussolini, o grande líder fascista.
Também gargalho quando os de "Direita" chamam os de "Esquerda" de comunistas, mas morrem de medo de perder a bolsa cedida pelo governo para que possam se manter cursando a universidade.
Agora, uma coisa que peço a Deus todos os dias é que aqueles que prometeram sair do país realmente formem o êxodo brasileiro, para qualquer outra nação, pois se para estes é mais fácil abandonar a Pátria do que unir força com seus compatriotas para lutar por melhorias, têm mesmo que sumir para bem longe das fronteiras brasileiras.
Ah, Estava me esquecendo?
Têm aqueles que reclamam da falta de transparência dos órgãos públicos, mas nunca, repito, nunca, consultaram o dr. Google sobre a existência de portais de transparência.
Sabem o que é pior! Qualquer pessoa que vista a roupa de palhaço, por mais sem graça que seja, ainda é engraçada.
Thyago Cezar - advogado