Vitor Peruch |
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O carnavalesco Goya se emocionou bastante durante o desfile da Coroa |
Samba, forró, frevo, quadrilha e até hip hop foram mostrados no desfile da escola Coroa Imperial da Grande Cidade que entrou à meia-noite desta terça-feira (17) no Sambódromo de Bauru debaixo de chuva. A Coroa, que foi a primeira escola de samba a desfilar, saiu com 450 integrantes, 12 alas e cinco carros alegóricos.
Com o objetivo de mostrar que a dança é paixão nacional, a escola Coroa trouxe o enredo ‘Quem não dança segura criança” e foi ao som de “Se quem não dança, segura a criança. Eu não vou segurar. É só ouvir o som da bateria” e “ Dança Brasil de norte a sul”, que a Coroa em todo seu desfile conseguiu mostrar as diferentes danças populares no Brasil em suas 12 alas.
O tema já começou a ser abordado na comissão de frente que era formada por um grupo de dançarinos que dançavam valsa. A coreógrafa da comissão, Priscila Lopes, de 27 anos, contou que é a primeira vez que participa da escola. “Estou muito feliz em poder participar. Iremos dançar valsa e a expectativa é fazer um lindo desfile”, disse ao JCNET momentos antes do desfile.
Em cada ala, o público pôde identificar diferentes tipos de dança, como a ala das baianas, a ala em que os integrantes estavam com roupas de festa junina, a ala das bailarinas e até mesmo uma ala que trazia o hip hop.
Carros alegóricos
Paola Patriarca |
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A Coroa, que foi a primeira escola de samba a desfilar, entrou com 450 integrantes, 12 alas e cinco carros alegóricos |
Os carros alegóricos também trabalharam bem o tema da dança. Um dos carros, por exemplo, trouxe uma homenagem ao balé que, apesar de não ser uma dança brasileira, está arraigada no País. Nele, havia bailarinas, mulheres com roupas de dança do ventre e também uma das primeiras professoras de balé de Bauru, Dalva Correa, do Ballet Vitória Régia.
Outro carro foi o retrato do folclore brasileiro e trazia o Bumba Meu Boi. Já o último que entrou no Sambódromo retratou o tema ‘Dança pelo mundo’, que remetia aos tempos da Disco.
Apesar da chuva, a animação dos integrantes e passistas não foi deixada de lado.
A escola agitou o público que, mesmo com guarda-chuva, não deixou de sambar. Para uma das integrantes da escola, a chuva só aumenta a animação. “Não deixamos que a chuva nos desanimasse e serve para que o agito aumente. É só festa e alegria”, disse Jaqueline Millen, de 42 anos.
Fotos Paola Patriarca |
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Com o enredo ‘Quem não dança segura a criança’ , a escola veio 450 integrantes, 12 alas e cinco carros |



