Para defender a corrupção de uns ou outros, começa a circular a ideia que o roubo do bem público, quando é "pequeno", seria coisa de "trombadinha", coisa irrelevante. Muito engraçadinho, não o fora trágico. A quem serve querer enveredar a discussão para a falsa questão de ladrões maiores ou menores? Será que se está querendo, devido ao montante, caracterizar o ocorrido em Bauru como um AHBezinho? Ora, o sujeito que, pela sua posição, só consegue furtar um lápis do bem público, se guindado a outra posição furtará em outra escala.
Daí o dinheiro da corrupção juntar-se-á ao do tráfico de drogas e pessoas, contrabando de armas e das mais variadas máfias. Veja-se o caso do banco HSBC que, como grande anunciante que é, está sendo encoberto pela grande mídia, a mesma que se diz muito investigativa e defensora da transparência. Me engana que eu gosto.
Chega de petrolão, trensalão, AHBezão e imprensona fajuta.
Geraldo A. Bergamo