Tribuna do Leitor

Genocídio intelectual


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Compactar a informação como um lanche de fast food barato nos empurra secamente guela à baixo uma educação incapacitada cujos únicos prejudicados, não se bastam apenas aos condicionados a este tipo de estudo, abrangendo outros profissionais e mais tarde todo mercado de trabalho.O comodismo humano malevolente a cujo estamos fadados faz ociosos e que Niet nos perdoe, mas o amor fati é sinônimo de desvario. São poucos os quais trancendem-se além da mínima existencialidade em busca de um real sentido deste tão poetizado "viver".

A ?EAD?, como é popularmente conhecida a educação a distância, e as universidades virtuais na concepção de muitos abriram portas para os trabalhadores e a classe média baixa. Indubitavelmente, há controvérsias. A alguns bons anos, o sistema de cotas expandir-se-a cada vez mais dentro das universidades públicas, dando aos desfavorecidos do bom estudo a circunstância de ingressar dentro de um ensino qualificado, tornando qualquer justificativa sobre falta sazional quimera calúnia.

Ingressar em uma faculdade desqualificada gera sequelas em massa dentro do âmbito econômico, político e social.

Desemprego, a principal dessas. O trabalho do professor passa a ser de ínfima importância e o papel do estudante quanto profissional no mercado de trabalho mera mãe de obra substituível. Pactuar com este tipo de pensamento e ação definitivamente é ofertar nossos direitos enquanto cidadãos pensantes. Ambos, sistema de cotas, universidades a distância, não nos dão oportunidade, antagonicamente, nos tiram a mesma. A ignorância não é uma bênção e de más intenções o capitalismo está cheio.

Victória Sotero - Estudante

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