Tribuna do Leitor

Sugestão sim, com cuidados


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Quando tínhamos 8 anos fomos acometidos pela terrível maleita ou cientificamente chamada de malária, provocada pelo mosquito Anófeles, vulgarmente conhecido por pernilongo.

Em alguns lugares grassava a febre amarela, o mal de chagas e outras epidemias. A primeira, o aedes aegypti, já era conhecido e hoje é chamada de dengue. A segunda, tripanossoma crusis, seu causador.

Então, andava pelas regiões rurais onde a epidemia existia, e via funcionários da Saúde fardados como se fossem soldados, com um pulverizador às costas, adentravam as residências e até assinalavas suas passagens em cartão de anotações nas casas. Sim, hoje os inseticidas são mais potentes, tóxicos e até mortais. Então, crianças, idosos com problemas respiratórios e animais domésticos serão penalizados e os cuidados redobrados, caso haja necessidade dessa aplicação. Achamos que só in loco, localizar o vetor, a epidemia continua até aumentando.

Sim, por ocasião das chuvas, ela se prolifera mais. Inclusive torna-se até difícil o agente ir até um determinado local localizar o mosquito transmissor. Preocupa-nos que estamos perdendo vidas.

Não somos cientistas e nem especialistas em farmacopeia, deve haver um produto com menos teor tóxico que possa atingir esse objetivo, erradicar por vez essa epidemia e a população se conscientizar mais, não jogar lixos em terrenos baldios e rios.

Rubens Ferreira

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