Tribuna do Leitor

Auri-Verde - que pena


| Tempo de leitura: 1 min

Em duas cartas que escrevi para esta coluna, mais precisamente em 26/07/2009 e 06/03/2012, parabenizando a Rádio Auri-Verde (perdeu o jovem) pela direção, programação diária no famoso 760, cujo "dial" jamais saía da sintonia dos meus rádios.

Essa nova (demais) direção dispensou do seu quadro de funcionários um dos "melhores" radialistas bauruenses, que mantinha 3 dos melhores programas da emissora, a saber: "Parada Sertaneja", "Clube da Esquina" (onde eu tinha minha "mesa cativa") e o "Variedades Musicais". Trata-se de "eclético" radialista Jorge Bonjeovanne, um dos melhores comunicadores da radiofonia bauruense, comunicador versátil, que a gente não esquece.

Foi um "choque" para o pessoal da "melhor idade" a quem "Jorginho" dedicava uma atenção especial. Tiraram o horóscopo do "grande" João Costa, que virou apenas o Super Manhã, perdemos o "Colorida", ficando num monótono "preto e branco", ensinando "receitas culinárias". Tadinho do João. A Camila Ravanelli, por exemplo, não atende o 3104-0760, virou estrela de "naso empinado". Mas, por compensação, temos a presença da dra. Telma Gobbi. Essa sim (coisa de louco) destilando sabedoria e farto conhecimento da medicina atual.

O "louro de olhos azuis" Paulo Roberto Clementino, do "Lá no meu sertão", foi proibido de tocar música sertaneja raiz. Nelson Rodrigues, que deve ter ido para o "inferno" de tão "bocudo" que era, num ponto tinha razão quando dizia que: toda unanimidade é burra.
Falei e disse. Atenciosamente.

Irineu Luzia Fernandes

Comentários

Comentários