Evelson de Freitas/Estadão Conteúdo |
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A manifestação, que ocorre em frente à sede da Petrobras, defende a estatal e condena o impeachment da presidente Dilma Rousseff |
Integrantes do movimento sindical e do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem-terra (MST) já estão concentrados em frente à sede da Petrobras, na Avenida Paulista, para o protesto em defesa da estatal, pelos direitos trabalhistas e a favor da democracia. O trânsito ainda não foi bloqueado, mas as pessoas já se espalham entre a Alameda Campinas e a Alameda Joaquim Eugênio de Lima.
Neste momento há um carro de som da Central Única dos Trabalhadores tocando músicas da MPB, além de dois trios. Os manifestantes carregam balões e bandeiras de entidades como CUT, CTB, Sindicato dos Bancários de Osasco e União dos Negros pela Igualdade.
O grupo deve ir até o Masp, onde se encontrará com o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo, antes de seguir até a Praça da República pela Avenida Consolação.
A CUT contratou cerca de 80 seguranças particulares para acompanhar o ato. A Polícia Militar acompanha a movimentação à distância e ainda não divulgou nenhuma estimativa de público para o evento.
Ato tem mensagens de apoio a Dilma
Apesar de ser oficialmente uma manifestação organizada para fazer cobranças ao governo federal, o ato só registra até agora mensagens de apoio à presidente Dilma Rousseff. "Viemos aqui para defender a Petrobras e a Dilma. É isso que importa" , afirma o sindicalista Edinaldo Gonçalves, do Sindicato dos Químicos de São Paulo.
