O parque Vitória Régia recebe hoje, a partir das 17h, o primeiro Vitória Rock de 2015 com um nome de peso do cenário nacional desde os anos 80: Plebe Rude.
A contestadora banda de Brasília, que também tem o paulistano Clemente em sua formação desde 2004, está divulgando, desde o ano passado, o sexto álbum de estúdio, Nação Daltônica.
O trabalho, segundo os divulgadores, é antenado com a realidade brasileira e seus desafios. Não poderia ser diferente com um grupo que, há mais de três décadas, já dava vida ao cenário punk de Brasília ao lado de Aborto Elétrico (que viraria Legião Urbana).
O novo CD também se mostra coerente com a veia crítica presente em sucessos anteriores como a matadora “Até Quando Esperar”, a pungente “Proteção” (ambas, de 1985), além de “Nunca Fomos Tão Brasileiros” (1987).
‘Pegada’
Em 20 de maio de 2007, a Plebe (então com disco recém-lançado, “R Ao Contrário”, fechou a Virada Cultural de Bauru no mesmo Parque Vitória Régia. Para hoje, a fica a expectativa de mais uma apresentação com energia roqueira e interação com o público.
Quem não conhece, mas curte rock, dificilmente deixará de aprovar.
Bauruenses no som
A edição de estreia do Vitória Rock em 2015, hoje, terá – antes de Plebe Rude – as bandas bauruenses Seattle Dead Idols (com influências do grunge e som autoral), Johnny Daniels (com releituras de Alice in Chains e Queens Of Stone Age, entre outros) e RockVolver (incluenciada pelo rock dos anos 80 e 90, incluindo-se aí U2, Nirvana e Red Hot).
Você sabia?
‘Nação Daltônica’, sexto CD da Plebe Rude, foi gravado inteiramente em Brasília, no estúdio Daybreak, de Seabra, mixado em Nova York, por Kyle Kelso, e masterizado por Matt Agoglia, do Ranch Masterin. É produzido por Philippe Seabra.