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Edson Toledo Verdó, 60 anos, morreu na quinta-feira (19) depois de sofrer um infarto |
O mundo do agronegócio perdeu um grande nome. O empresário do ramo da pecuária e também leiloeiro Edson Toledo Verdó, 60 anos, morreu vítima de um infarto. Ele nasceu em Iacanga (50 quilômetros de Bauru), mas morava em Bauru desde 2003. Nesta sexta-feira (20), o corpo foi velado e sepultado na cidade natal de Verdó.
De acordo com Ubiratan Caldas da Silveira Bello, 43 anos, pecuarista e amigo do empresário “desde que se conhece por gente”, Verdó já trabalhou no comércio, mas foi na pecuária que se encontrou. “Em 1991, ele começou a fazer leilões em Iacanga. Em 2003, se mudou para Bauru, mas visitava a cidade natal quase todos os finais de semana”, conta.
Depois de promover leilões na região, Verdó entrou para o ramo de comércio de gado. Tanto que, no dia em que morreu, foi para Queluz, na divisa entre os Estados de São Paulo e Rio de Janeiro, à trabalho. O empresário passou mal e procurou atendimento médico em uma unidade de saúde da cidade. Ele foi transferido para o hospital de Cruzeiro, onde faleceu.
“Conheço o Verdó desde que nasci, porque ele era amigo do meu pai. Eu o admirava muito, porque tinha força de vontade, principalmente para trabalhar. Tanto que morreu ele fazendo o que realmente gostava. Esse é o legado que Verdó deixou para mim”, desabafa o pecuarista Ubiratan Caldas da Silveira Bello.
Recordações
Outra pessoa que só tem boas recordações do empresário é o presidente do Sindicato Rural de Bauru e vice-presidente da Federação da Agricultura do Estado de São Paulo, Mauricio Lima Verde. “Conheço Verdó há mais de 15 anos, quando ele começou a fazer leilões. Era uma pessoa competente e um grande incentivador do comércio de gado na região”, elogia.
O empresário Edson Toledo Verdó, 60 anos, deixou a esposa Silvana Maria Lozano Verdó, o filho Lucas Aquino Palheari Verdó, uma irmã mais nova, uma sobrinha, além de incontáveis admiradores, colegas e amigos, que apreciavam a maneira como ele encarava a vida e o trabalho.
