Fotos: Thiago Vendrami via celular |
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Servidores públicos municipais se reuníram em nova assembleia |
Os servidores públicos municipais de Bauru em greve se reuniram, na manhã desta quinta-feira (26), para o terceiro dia consecutivo de assembleia que procura definir os rumos da paralisação.
Depois, eles saíram em uma nova passeata em ato de protesto, exigindo definição e uma nova proposta por escrito do prefeito Rodrigo Agostinho.
Diretores estimam que cerca de mil pessoas participaram da assembleia. A passeata saiu de frente da sede do Sindicato dos Servidores Municipais (Sinserm), na quadra 14, da rua Saint Martin, e seguiu pela rua Araújo Leite, avenida Rodrigues Alves, rua Gérson França e depois se concentrou em frente à prefeitura.
Contraproposta dos servidores
Conforme o JCNET havia noticiado, após a assembleia realizada durante todo o período da manhã desta quarta-feira (25), os diretores do Sinserm e os servidores apresentaram nova contraproposta, que foi entregue por escrito ao prefeito Rodrigo Agostinho e ao secretário de Finanças, Marcos Garcia.
A condição informada pelo sindicato no documento é que o mínimo de reposição de 7,2% da inflação seja pago de forma retroativa. Para isso, os trabalhadores aceitam receber essa diferença em dois momentos. A primeira metade seria de imediato, de 3,6% retroativos referentes à data base de 1º de março e o restante eles aceitam que o pagamento aconteça a partir de abril.
Ainda de acordo com o sindicato, os servidores querem que o vale-compra contemplem todos os aposentados, inclusive aqueles que recebem acima do teto de R$ 2.300,00.
Além disso, eles aceitam o valor do benefício em R$ 300,00 desde que o prefeito Rodrigo Agostinho firme compromisso de se reunir com o sindicato em maio para negociar o aumento para R$ 400,00, além do ganho real. Caso isso não ocorra, segundo o Sinserm, uma nova assembleia seria realizada em maio para discutir os rumos do movimento e a retomada da greve.
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