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Alunos encaram desafio em Londres


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Casacos, botas, sapatos, mantas, travesseiros, inglês fluente e muito conhecimento na mala. Na noite desse domingo (29), os 33 alunos da FourC Bilingual Academy – Escola de Educação Infantil, Ensino Fundamental, Médio e High School - embarcam para Londres para participar da olimpíada internacional que envolverá escolas bilíngues do mundo todo.


São mais de 2 mil alunos de vários países. A competição, que acontecerá na primeira quinzena de abril, contemplará alunos do Ensino Fundamental 2 e Ensino Médio. Convidada a participar da BEO World, a FourC competirá nas modalidades BEO – British English Olympics e The Masters.


Desde o convite até a competição, foram meses de muito estudo e dedicação. As alunas Júlia Segala e Roberta Fornazari, que estão no 1.º ano do Ensino Médio, acreditam que será uma oportunidade de aprendizado. “Somos do The Masters e iremos competir com um Business Case. Estamos nos preparando há vários meses e aprendemos como funciona a estrutura de uma empresa, com departamento de marketing, finanças, planejamento enfim, estamos buscando o conhecimento para termos condições de resolver os desafios que nos serão propostos lá”. Nesta modalidade irão competir 13 alunos da FourC.

Já para o BEO, onde competirão alunos de 11 a 15 anos (Ensino Fundamental 2), o desafio é dividido em sete modalidades que envolvem conhecer outros países, debater sobre assuntos em pauta atualmente, conhecer projetos sociais, descobrir o envolvimento do jovem no mundo e haverá também um desafio surpresa. Todas as atividades são focadas no tema deste ano, que é: BEO 2015 – Youth Parliament – “You are the future” (parlamento jovem).


“O País que nos foi dado para estudar foi a Bielorrússia. É um País em que as informações em sua maioria são bloqueadas pelo governo. Foi difícil achar informação. Mas nós estamos aprendendo muito e estamos otimistas”, contam Heloisa Coube, 13 anos e Tais Lima Carvalho, 14.


“Nossos alunos se envolveram com muita seriedade e responsabilidade neste projeto”, elogia a professora Tereza Lombardi.


Suelen Souza e Silva, outra docente, complementa afirmando que foram meses de dedicação. “A olimpíada exige habilidades de pesquisa e organização com foco em que eles têm a cumprir”, conclui.

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