Sinceramente, sou contra a redução da maioridade penal. Não é combatendo o efeito que se combate a causa, isto é, colocando os infratores menores de 18 anos na "cadeia". Os jovens causadores de bancarrotas de deixarem as vítimas em inimaginável estado psíquico abalado são reflexos da sociedade e necessitam de melhores adequações. Orientação escolar relacionada à conscientização da vida sexual desde a infância com o uso de linguagem e ilustrações imaginárias apropriadas para a idade até atingir a idade jovem e consciente se faz necessário. Ajuda e muito, inclusive para os pequenos se defenderem de ?estupros?, que ocorrem na maioria dentro do lar. Até doze anos de idade é o suficiente para observar a conscientização dos jovens a evitar a perda da juventude precocemente.
Poucos não são os jovens perseguidos pela Justiça para "alimentar" a indefesa criatura que nasceu sem planejamento familiar, forçando-os a buscar alternativas para atender o sustento da família tais como traficar, assaltar. E o redemoinho tende a avançar dentro da família já sofrida pela pobreza onde prevalece apenas ganha pão para a sobrevivência. Daí a necessidade de o Estado focalizar a causa que levam os jovens a cometer ditas infrações penais, tais como tráfico de drogas, assaltos a mão armada etc.
Investir na educação sexual adaptando-a como um dos currículos escolares a ser ministrada por orientadores apropriados com uso de linguagens e ilustrações imaginárias para cada etapa escolar desde a infância é dever do Estado. Povo consciente para evitar consequências danosas à juventude diminui a vida carcerária dos jovens que deveriam estar produzindo com toda a sua capacidade física e intelectual. É doloroso ver tantos jovens encarcerados...
Shigueko Sakai