Malavolta Jr. |
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Manifestantes estiveram na Rondon (foto) e, depois, foram até a SP-294 |
Professores da rede estadual de ensino que aderiram à greve, que já está no 35.º dia, “pararam” a rodovia João Baptista Cabral Rennó (SP-225), a Bauru-Ipaussu, na tarde desta quinta-feira.
O ato foi tumultuado, já que alguns manifestantes enfrentaram a polícia e hostilizaram a imprensa. Tanto que um repórter cinematográfico chegou a ser agredido e ter o equipamento de trabalho danificado (leia mais abaixo).
Com palavras de ordem e diversos cartazes com frases como: “Professor não é celular para viver de bônus”, o intuito era reivindicar o reajuste salarial da categoria.
A ideia inicial do grupo era fechar a rodovia Marechal Rondon (SP-300), mas a concessionária que administra o trecho conseguiu uma liminar impedindo a interdição na Justiça, o que causou tumulto no local onde eles estavam concentrados, em um posto de combustíveis, nas margens da Rondon.
Com isso, um manifestante bastante exaltado acabou discutindo com o cinegrafista de uma emissora e o atingiu com um placa na cabeça. Apesar do susto, o cinegrafista não se feriu gravemente, porém, o equipamento de trabalho dele foi danificado e a imprensa foi hostilizada. Os policiais militares estavam no local e controlaram a situação.
Segundo a representante da Apeoesp (sindicato dos professores), Suzy da Silva, a entidade reprova esse tipo de atitude. E acrescentou que a instituição se responsabilizará, se for o caso, em pagar o equipamento danificado.
Apesar dos conflitos, os manifestantes transferiram o ato para rodovia João Baptista Cabral Renó (SP-225), a Bauru-Jaú e caminharam a pé, com destino à saída 235,próximo ao trevo da Eny, onde chegaram a interditar por cerca de 20 minutos, os dois sentidos da pista. Mas logo, desinterditaram um dos sentidos e depois os protestantes se dispersaram por volta de 16h30, quando foi encerrado.