Assunto hoje que ocupa o noticiário. Falamos como profissionais, não como intromissão política. Ele deve ser feito no corte de despesas desnecessárias. Quer seja o Estado, o empresário e até nós mesmos. Aconselhamos que se leia Marco Túlio Cícero, 55 Ac, com suas 4 brilhantes teses, e Abraham Lincoln, 1803-1865, com suas 7. Sabemos que o Estado depende dos impostos arrecadados. A empresa de sua produção e giro e nós, dos nossos salários.
A contribuição é imposto, uma obrigação deixada por Deus quando criou o mundo, vide velho testamento, Cap. 18, Vcs. de 18 a 32, ordenando ao tesouro e Malaquias cem partes de suas colheitas ao tesouro e Malaquias, em forma de dízimo, cap.3- vc.10. Jesus no novo testamento, Mateus Cap.18 Vc 24, ordenou a Pedro, seu discípulo, que pagasse seu imposto ao coletor e no Cap. 22 ? Vcs 19 a 21, pagar a César Imperador Romano que governava até ao Oriente o imposto devido.
Mesmo com essas variantes na economia, quer seja interna ou externa, havendo necessidade dele, o menos que se deve fazer é não sacrificar a nós, o povo. Os empresários, os trabalhadores, estes dependem daqueles, os encargos fiscais não podem ser excessivos, com aumentos de impostos e taxas.
Ficam sem poder concorrer no mercado, gerando até o desemprego e problemas sociais.
Para ilustrar, quando o café foi a nossa maior fonte de renda, não havia desemprego e os encargos fiscais eram menores, inclusive com suas alíquotas. Reconhecemos que a população cresceu, problemas sociais também, oriundos da erradicação das lavouras produtivas. O Brasil tem jeito sim, ainda é tempo.
Rubens Ferreira