Antes de ficar indignada, senhora Natália, me cabe algumas considerações. 1) A senhora ligou para seu marido ir buscar a criança (na linguagem popular passou a bola para ele) e não se preocupou, como "mãe zelosa", mais tarde de ligar para seu marido para saber se estava tudo em ordem, se a menina estava bem? Enquanto isso, o marido que foi buscar a menina, quando foi informado que a mesma já havia sido levada, nem se preocupou de saber quem levou e para onde, e foi embora feliz da vida, sem saber quem levou sua filha.
Ele deveria ter ligado pra ela e perguntado: você não pediu para buscar a criança? Já levaram! Aí, ela perguntaria: Quem levou? Não autorizei ninguém a levar. Aí o marido pediria explicações na hora para a diretora e poderia ter sido investigado na hora. Cabe investigar a direção da escola e os pais. A diretora por não se informar direito e o pai por não se preocupar em saber quem levou a criança e a mãe por só vir a perguntar da criança em casa.
Não tenho aqui a intenção de criticar ninguém e acredito que a senhora Natalia e seu marido amem sua filha, mas já vi muita mãe passar em frente à minha casa levando seus filhos para a escola, e quando são informadas que não haverá aula (sei lá, por falta de água, por exemplo) excomungam o presidente do DAE porque terão que ficar com seus filhos em casa. "É fácil jogar pedra no telhado do vizinho", diz o ditado.
NELSON CARVALHO