Assessoria/Divulgação |
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Deputado botucatuense Fernando Cury é coordenador e idealizador da Frente Parlamentar de Combate ao Diabetes |
A Frente Parlamentar de Combate ao Diabetes, coordenada pelo deputado estadual Fernando Cury (PPS), será lançada oficialmente nesta segunda-feira (29), na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP).
Aberto ao público, o evento será realizado a partir das 19h30, no Auditório Franco Montoro e contará com a participação do Dr. Sérgio Muller - representando a Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo -, Dr. Walter Miniccuci - Presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes -, Dr. Fadlo Fraige Filho - Presidente da Associação Nacional de Assistência ao Diabético -, Dr. Roberto de Campos Andrade - Promotor de Justiça Coordenador do Centro de Apoio Operacional de Direitos Humanos e de Direitos Sociais do Ministério Público do Estado de São Paulo -, Dr. Silvio Eduardo Valente - Presidente da Comissão de Direito Médico da OAB/SP -, Drª Karla Melo - Doutora em Endocrinologia pela FMUSP e Coordenadora do Departamento de Saúde Pública da SBD - e Profª Drª Marilza Vieira Cunha Rudge - Vice-Reitora da UNESP. Deputados, prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, secretários estaduais e municipais, entidades, associações e população em geral também foram convidados a participar.
Na Frente Parlamentar serão abordados os temas: “A Situação da Diabetes no Brasil”, “Diabetes Tipo 1 e Tipo 2”, “O Papel do Ministério Público na Defesa do Interesse Coletivo”, “A Judicialização da Saúde”, “As Políticas Públicas em Diabetes” e “Diabetes Gestacional”.
Além de Fernando Cury, que é o idealizador, a Frente Parlamentar de Combate ao Diabetes conta com a participação de outros 39 parlamentares. “A criação desta Frente é uma importante iniciativa para minimizar o aparecimento e o agravamento da doença. Organizaremos estudos, debates e audiências públicas sobre o diabetes e é muito importante a participação das associações, profissionais da saúde e da população, para que possamos discutir o assunto em todos os aspectos possíveis, como educação, conscientização, saúde, medicamentos e insumos, alimentação e legislação”.
O deputado conversou com as pessoas ouviu diversos relatos e os transtornos ocasionados pela doença, mas o envolvimento surgiu quando o diabetes apareceu dentro da própria família. “Minha sobrinha Beatriz, atualmente com sete anos de idade, recebeu o diagnóstico aos quatro anos. Desde então, pude acompanhar de perto a difícil rotina imposta a todos os diabéticos, para aprender a lidar com a doença e as mudanças de vida que ela traz: o controle constante da glicemia, os horários para aplicação de insulina ou outros medicamentos, e os cuidados com a alimentação, em um monitoramento constante”.
Ele diz que uma das metas de seu mandato é melhorar as políticas públicas de saúde. “No caso da Beatriz, graças ao diagnóstico precoce, ela teve a chance de iniciar um tratamento adequado, o que vem possibilitando um ótimo controle da doença. No entanto, infelizmente, as políticas públicas de saúde direcionadas ao diagnóstico e tratamento do diabetes estão muito aquém do ideal e necessitam ser aprimoradas para amplo atendimento aos portadores da doença. Como deputado, quero usar todos os meios dos quais dispuser no combate ao diabetes e, se preciso, propor ajustes na legislação, para que a população possa contar com informações corretas, acesso adequado ao sistema público de saúde e aos medicamentos e insumos necessários para seu tratamento”.
Quem faz parte?
Deputados que compõem a Frente Parlamentar de Combate ao Diabetes - Fernando Cury (PPS), Adilson Rossi (PSB), Alexandre Pereira (SD), Antonio Salim Curiati (PP), Atila Jacomussi (PCdoB), Beth Sahão (PT), Caio França (PSB), Carlos Giannazi (PSOL), Carlos Neder (PT), Célia Leão (PSDB), Celino Cardoso (PSDB), Celso Giglio (PSDB), Celso Nascimento (PSC), Cezinha de Madureira (DEM), Chico Sardelli (PV), Clélia Gomes (PHS), Coronel Camilo (PSD), Coronel Telhada (PSDB), Davi Zaia (PPS), Ed Thomas (PSB), Gil Lancaster (DEM), Hélio Nishimoto (PSDB), Itamar Borges (PMDB), Jooji Hato (PMDB), Jorge Wilson Xerife do Consumidor (PRB), Luiz Fernando (PT), Márcio Camargo (PSC), Marcos Zerbini (PSDB), Orlando Bolçone (PSB), Ramalho da Construção (PSDB), Ricardo Madalena (PR), Roberto Engler (PSDB), Roberto Massafera (PSDB), Roberto Morais (PPS), Roberto Tripoli (PV), Rogério Nogueira (DEM), Sebastião Santos (PRB), Vanessa Damo (PMDB), Wellington Moura (PRB) e Welson Gasparini (PSDB).
Mais sobre o Diabetes
O Que é Diabetes? É uma doença silenciosa, ainda sem cura, mas que se diagnosticada precocemente, permite um bom controle. Caracteriza-se pela elevação da glicose no sangue (hiperglicemia). Pode ocorrer devido a defeitos na secreção ou na ação do hormônio insulina, produzido no pâncreas, pelas chamadas células betas. A função principal da insulina é promover a entrada de glicose para as células do organismo de forma que ela possa ser aproveitada para as diversas atividades celulares. A falta da insulina ou um defeito na sua ação resulta em acúmulo de glicose no sangue, o que é chamado de hiperglicemia.
É a sexta causa de morte no país, além de provocar cegueira, insuficiência renal e amputações não traumáticas. Segundo dados da Secretaria de Saúde, apenas no estado de São Paulo, por ano, são feitas mais 21 mil internações e ocorrem mais de 9 mil falecimentos devido à doença. Estes números equivalem a dizer que o diabetes mata uma pessoa por hora em São Paulo.
No Brasil, o Diabetes atinge mais de 12 milhões de pessoas (cerca de 6% da população), sendo que metade delas não sabe disso. Ele aumenta com o passar da idade, e é considerado um grande problema de saúde pública. O aumento do número de diabéticos se justifica pelo crescimento e ao envelhecimento populacional, à maior urbanização, à crescente obesidade e sedentarismo da população.
De acordo com o Ministério da Saúde, o Diabetes responde por cerca de 25 mil óbitos anuais. Através do serviço público de saúde, 500 novos casos de diabetes são diagnosticados todos os dias.
Há dois tipos de diabetes:
- Tipo 1: que não pode ser evitado, pois o pâncreas para de produzir insulina, hormônio responsável por controlar o açúcar no organismo.
- Tipo 2: que pode ser evitado com prática regular de atividade física, boa alimentação e manutenção do peso saudável.
Fatores de risco: Alimentação não-saudável, vida sedentária, histórico familiar e obesidade.
Sinais e Sintomas: Falta de energia, sede excessiva, perda de peso e urinar com frequência.
Como prevenir: Alimentação saudável, caminhadas, manter o peso ideal e praticar exercícios.
Serviço
Ato de Lançamento da Frente Parlamentar de Combate ao Diabetes
Data: 29 de junho
Horário: 19h30
Local: Auditório Franco Montoro – Assembleia Legislativa do Estado de SP
Endereço: Avenida Pedro Álvares Cabral, 201 – Ibirapuera – SP
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