Hoje, as bandas Dois Africanos, Lucas & Orelha, Scalene e Versalle duelam para saber quem vai ficar com o título de campeã do “SuperStar” (Globo), em uma batalha quase toda masculina -entre os finalistas há apenas uma mulher, a baixista da banda de Lucas & Orelha. Porém, antes mesmo do resultado da competição, os grupos contam que já colhem os frutos da fama.
Lucas revela que a dupla começou a fazer muitos shows e até ganhou patrocínio. “Já tem gente querendo nos bancar, e a lista de fãs quadruplicou”, afirma.
Na decisão deste domingo, a banda Malta, vencedora da primeira edição, fará uma apresentação. E o público será o responsável por votar e eleger o melhor grupo.
Mais experiente, a banda Scalene já fazia sucesso e tocou no Lollapalooza, mas viu a agenda de shows crescer com a atuação no reality. “Estamos lotados de eventos no segundo semestre”, diz o guitarrista Tomás Bertoni.
Já Izy e Big, da Dois Africanos, só eram reconhecidos no Nordeste. “Agora é no país todo. A repercussão foi além das expectativas”, diz o empresário Diego Resende. “Eles já sonham com o segundo CD.”
Jurados
Para o especialista do Museu da TV Elmo Francfort, o antigo júri do “SuperStar”, com Ivete Sangalo, Dinho Ouro Preto e Fábio Jr., na primeira temporada, era melhor do que o atual.
“A Ivete e a Sandy se equivalem, ambas têm conhecimento profundo. Mas acho que o Dinho faz falta, pois ele tinha pensamentos interessantes que o Paulo Ricardo, por exemplo, não tem. Ele é menos técnico”, diz.
Para o roqueiro, o que vale é a experiência. “Temos vivência e sabemos lapidar.”
Já o sambista Thiaguinho lembra que veio de um reality musical. “Eu nasci de um programa como esse (“Fama”, em 2002). Sei como é viver esse sonho”, finaliza.