| Divulgação |
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| Simone: ritmo a serviço de que é autêntico |
A cantora carioca Simone Lial tirou 2015 para trabalhar a divulgação de seu novo álbum “E Toda Dor que Sofri Será Canção” (selo Aluja). Nascida em Ramos e “calejada” na Lapa, Simone é uma espécie de síntese conciliatória de todos esses sambas que são um só, segundo seus divulgadores.
Nesse disco, por meio de doze canções de Maurício Maturo e Leo Maturo, deflagra-se escancaradamente suburbana e – talvez até por isso – irremediavelmente sofisticada. O disco é sucessor de “O Amor Daqui de Casa” (2013) e, em certa medida, une a bossa nova harmônica dos apartamentos da Zona Sul com a nova bossa percussiva dos terreiros da Zona Norte. Com autenticidade.
“A música atravessou gerações pra me encontrar e eu me encontro na música em cada canção. Cada palavra, cada som carrega um pouco da minha história”, diz em depoimento a Carlos Dias.
Resumo poético
Ecos da revolução estética dos longínquos anos 80 ressoam no álbum. Repique é de mão, pandeiro é de nylon. O banjo é percussão, acredite. Mas, por outro lado, o violão é de 7 cordas, o baixo é acústico e o acordeon é cereja do bolo, diz Joao Cavalcanti, do grupo Casuarina. Site oficial: https://www.simonelial.com.br
