Ó, que liberdade é essa, que não se pode dizer que o coração sente. Prisioneiros estamos numa cela da hipocrisia social. Ditam regras para não serem cumpridas. Mas são burladas na calada da noite. E seus efeitos são pacificados, assim, eles mesmos não são condenados. O que é imperfeito, torna-se perfeito. Olhos de algozes da inveja aniquila o povo. Não se pode dizer a verdade, e nem clamar Justiça. Quem fala com autoridade, causa espanto com imposição.Cala a sociedade amordaçada. Teme falar e agir por faltar o conhecimento.
Ah! a lição eu aprendi dos meus pais, respeitar os limites. E por ter vida pautada na ética e na moral me indago: que vida é essa que homem irresoluto se propôs viver? Mentir hoje, não mais uma fuga da responsabilidade, roubar é normal, já não se considera mais crime: é apenas um ato imoral!
O povo paga para se manter na omissão. Que tristeza quando falam o nome de Deus! Mas suas práticas são criminosas, ceifam vidas por prazer da vaidade! Olho ao meu entorno, multidões circulando, sem saber onde ir. Me sinto só, sem garantia de dignidade à vida. Um País onde rei é cego e incapaz de solver problemas. Mas que põe culpa nas dificuldades exteriores, quando são eles os ventos violentos que nos envolvem com ondas gigantes das incompetências e irresponsabilidades dos governantes.
Mas, na verdade, é a da falta da moral e da ética. A causa degenerativa da personalidade do homem constituído de poder. Por isso suas atitudes atribuem ser “persona non grata”. Por causar dor e sofrimento no povo já bastante sofrido, pelas inúmeras negligências administrativas ao longo do tempo.
Ainda mais incompreensível àqueles que propuseram fazer o bem, agora roubam o povo que o ajudou. Falta-lhes o barco Verdade e da Justiça nesse oceano agitado pela fúria da mentira. Essa é a obra do homem irresoluto e perverso, prepara cilada para chegar ao poder, o meio, pela força da mentira. E o objetivo: fazer parte da inescrupulosa corrupção.