A matéria com o título acima deixa claro o porquê de os preços dos pedágios serem assim tão caros. Pagamos também pelas viaturas policiais, não apenas pela construção e conservação das rodovias. A Cart está fazendo sua parte cumprindo o que está no contrato, mas isso não resolve o problema, não reforça policiamento.
O estacionamento da Polícia Rodoviária em Bauru está abarrotado de viaturas paradas por falta de policiais. A segurança no trânsito só vai melhorar quando houver investimento em gestão, formação e contratação de mais policiais e a prática, de fato, do policiamento ostensivo. E isso não é exclusividade apenas do Estado de São Paulo, embora em valores diferentes, nos demais Estados acontece a mesma “prática”.
Não fosse isso, os pedágios seriam bem mais em conta. Para compra de viaturas policiais já pagamos outros impostos, como IPVA, ICMS, multas de Trânsito, etc., acredito.
Aproveito para sugerir à Cart a criação de cabine para cobrança de pedágio das motocicletas. Viajo pela região, quase sempre de moto, tendo que parar nas cabines na frente de enormes caminhões correndo sérios riscos. Aviso: não paro mais nas cabines; quem quiser receber de mim vai ter que se deslocar para fora delas, ou passo direto. Sugiro também que se fiscalize as velocidades antes dos pedágios; ninguém as respeitam. O Estado bem que poderia abrir mão das viaturas em troca das construções das cabines para motos. Até já procurei, mas não existe “Sem Parar” para motocicleta. Fica aqui a sugestão.
Sebastião Laerte Fabro de Camargo – Tião Camargo