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Arraiá: R$ 49 mil distribuídos para 21 instituições

Cinthia Milanez
| Tempo de leitura: 3 min

Alex Mita
Josué Moreira (INSS), Fabrício Mariano (Banco do Brasil), Álvaro Filho (6.ª CSM), José Paulo Bufeli (Aeaps), Wellington Batista (Sesi), Josiane Targa (Correios) e Josué Gutierrez (Banco do Brasil) entregaram o cheque simbólico na tarde dessa quinta

“Sonho que se sonha só é um sonho. Sonho que se sonha junto é uma realidade”. É desta forma que a Associação das Entidades Assistenciais de Promoção Social (Aeaps) define a maturidade do Arraiá Solidário. Organizado pelos servidores públicos federais de Bauru, a 8.ª edição da festa reuniu cerca de 2 mil pessoas, no Sesi Horto, no dia 4 de julho deste ano, e repassou uma quantia de R$ 49.387,00 para 21 entidades bauruenses. O cheque simbólico foi assinado no Café com Política do JC, nessa quinta-feira (13) à tarde.

Os realizadores da iniciativa foram o INSS, os Correios, o Banco do Brasil, a 6.ª Circunscrição do Serviço Militar (6.ª CSM), o Sesi, o Senai, o Senac e a Receita Federal.

Cada um teve um papel essencial na organização do evento. “O 8.º Arraiá Solidário ocorreu em um sábado frio e chuvoso, mas, mesmo assim, conseguiu angariar uma boa quantia”, acrescenta a coordenadora da área de responsabilidade socioambiental dos Correios, Josiane Targa.

Para selecionar as entidades, a Aeaps escolheu 21 instituições através de sorteio (veja no quadro acima). Cada uma ficou responsável por uma barraca durante a festa e todo o dinheiro arrecadado ficou com as entidades. “O Sesi recebe um evento que já está no 8.º ano. Como o serviço social é nosso foco, pretendemos continuar apoiando até onde pudermos”, frisa o supervisor do Sesi de Bauru, Wellington dos Santos Batista.

E é exatamente para ajudar que a Aeaps entrou na jogada. “O mais importante de toda a festa é a parceria entre as entidades e as instituições federais. O que nos surpreendeu foi que, mesmo debaixo de chuva, a divisão do rateio das entidades foi maior que a do ano anterior”, revela o presidente da associação, José Paulo Bufeli. O valor de quase R$ 50 mil contempla o que cada entidade ganhou nas barracas e a arrecadação com brindes e doações de empresas.

OPINIÕES

Antes da assinatura do cheque, foi aberto um espaço para que os representantes das entidades participantes e os organizadores da iniciativa pudessem expor opiniões. Na ocasião, o gerente executivo do INSS, Josué Lopes Moreira, “convocou”, de forma sutil, os servidores públicos municipais e estaduais para que também participassem da festa, fato que a tornaria maior e arrecadaria ainda mais dinheiro às entidades assistenciais.

Já o subchefe da 6.ª CSM, o tenente-coronel Álvaro de Araújo Ferreira Lima Filho, argumenta que o órgão ajuda na montagem da festa anualmente. “O Exército está sempre à disposição para ajudar a sociedade. Nós vestimos uma farda, mas somos feitos do mesmo material que todo mundo. Ficamos satisfeitos em ajudar”, pontua o militar.

Solidariedade é também, segundo o Banco do Brasil, uma das vertentes da instituição. O superintendente regional do BB, Fabrício Mariano, adianta que, nos últimos três anos, o órgão já investiu mais de R$ 1,5 milhão em voluntariado. “Curiosamente, Bauru, talvez, seja a cidade do Centro-Oeste onde nós temos mais investimentos em desenvolvimento sustentável. Quanto ao Arraiá Solidário, todos os funcionários participaram de bom grado. Tomara que este espírito permaneça por muito tempo”, finaliza.

 

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