Tribuna do Leitor

Que país é este?

Luiz Carlos Juncal
| Tempo de leitura: 2 min

Diante do cenário político e econômico, eu, principalmente, fico indignado com tanta baderna que o Brasil vive no momento. Políticos não se entendem, pois é hora de união, somar esforços para tirar o Brasil desta crise. Os políticos só visam poder e dinheiro. Nós, o povo (principalmente nós aposentados), somos lixo e eles não se preocupam se estão nos ferrando com essas disputas por poder. Falta amor na Pátria, mas sobra pelo poder e dinheiro.

     

O governo está afundado na lama e a oposição luta para afundá-lo de vez, esquecendo-se que o povo vai junto. Por outro lado,   funcionários públicos querendo saquear o país, com pedidos de reajuste de salários absurdos, greves nem nexo, professores três meses de greve e recebem para não trabalhar, o STF querendo 40 mil por mês, o judiciário federal querendo salários de até 90% do que ganha um  deputado federal, auxílio moradia para quem nem aluguel paga. Isso tudo é um pouco do que é divulgado, porém em um país onde 80% da população vive em situação precária, isso tudo é uma afronta para o cidadão que paga um absurdo de impostos e não tem retorno nenhum. Os funcionários públicos e os políticos não querem enxergar a crise que vive o Brasil e o mundo, só querem mais, mais e mais.

      

Na minha opinião, se não está bom, desliguem-se, peçam a conta, venham para a iniciativa privada. Aqui não existem salários iguais ao que o governo paga nem mordomias e estabilidade no emprego. Em qualquer greve quem se ferra sempre é o povo e por essa razão deveria ser abolida da Constituição o direito de greve. E o direito nosso, do povo? Eu critico como cidadão brasileiro essa baderna de greve neste momento delicado, pois tenho esse direito, lembrando aos funcionários públicos dos três poderes que meus impostos ajudam a pagar seus salários. É hora de união, compreensão, paciência, sabedoria e não partirem para a ignorância com exigências absurdas. Não existe greve legítima a partir do momento que ela fere de maneira violenta os direitos do povo.

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