Cultura

Grupo de Bauru brilha em mostra de Joinville


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Sob a direção de Karen Teixeira, o Grupo Sigma, da Sigma Escola de Dança de Bauru, foi um dos grandes destaques no palco principal da prestigiada Mostra Competitiva do Festival de Dança de Joinville, encerrada neste mês.  

Neste ano, a escola obteve o primeiro lugar na categoria “Danças Urbanas – Solo Feminino Sênior”,  recebendo pela segunda vez a indicação de melhor bailarina (Fran Manson) – e, pela primeira vez na história da dança em Bauru, a indicação de coreógrafa revelação (também para Fran). 

O primeiro lugar em Danças Urbanas garantiu a participação da escola na concorrida Noite dos Campeões, representando a cidade de Bauru entre os melhores do país no Festival.

A Sigma fez bonito também na Noite de Jazz – Solo Masculino Sênior com Fábio Merlin, arrancando aplausos do público com a coreografia “O que me toca”, de Karen Teixeira. 

Em 2014, a escola já havia conquistado o segundo lugar com o Grupo Avançado na categoria Jazz Sênior, o que rendeu a imagem da coreografia estampada pelos outdoors, camisetas e também no vídeo de abertura de Joinville na edição deste ano.  

“Somente os grupos que passam por uma disputada pré-seleção pela curadoria artística do festival é que chegam a se apresentar nos palcos de Joinville e o Sigma tem o privilégio de estar entre os melhores desde 2009”, ressalta Karen. 

 

Em números

O evento reúne mais de seis mil participantes e atrai público superior a 200 mil pessoas numa média de 170 horas de espetáculos, o que inclusive o classifica como Maior Festival de Dança do Mundo, segundo o Guinness Book, desde 2005. O Festival acontece em oito noites e os bailarinos demonstram o que sabem fazer de melhor nos sete gêneros: Ballet Clássico de Repertório, Ballet Neo Clássico, Dança Contemporânea, Sapateado, Jazz, Danças Urbanas e Danças Populares. 

 

A alegria de Fran

 

“Estar em Joinville é sempre muito bom, pois saímos com muito aprendizado vendo os diferentes e lindos trabalhos apresentados pelos diversos grupos de toda a América latina. Poder representar minha cidade e minha academia, em um festival desse nível de reconhecimento, não tem preço. Fiquei muito feliz em ter sido selecionada para mais uma vez dançar neste palco. E fiquei mais ainda quando soube das duas indicações: de melhor bailarina e coreógrafa revelação. Foi uma surpresa muito grande, ainda mais como coreógrafa, já que se tratava de um solo e que pra mim é umas das vertentes que acho mais difíceis de se coreografar. Com certeza foi um estímulo para continuar.”

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