FUTEBOL ALEGRE E DINÂMICO
A minigoleada de 3 a 0 sobre o desfalcado São Paulo aumenta para 13 jogos a invencibilidade do Santos em 2015, 11 deles pelo Campeonato Brasileiro. A vitória de anteontem, a 8ª seguida na Vila Belmiro, foi indiscutível. Equilíbrio apenas até a metade do 1º tempo. Depois o Peixe mandou no campo, novamente com um futebol ligeiro, leve e solto, mesmo sem Geuvânio e, principalmente, Lucas Lima. Todos os jogadores se encaixam no esquema de Dorival Júnior, entre eles o reserva Marquinhos Gabriel. A nova jóia Thiago Maia está demais. Victor Ferraz e Zeca deitam e rolam pelos lados do campo. Dá prazer ver o Santos jogar, como lembrou o comandante, que parece ter nascido para dirigir o alvinegro praiano. Dorival conseguiu dar padrão ao time, que além do futebol alegre e dinâmico, com velocidade e só um toque na bola, continua subindo na classificação. Não computado o jogo de ontem entre Flamengo e Cruzeiro, o Santos se aproximou do G4, em 6º lugar, com 37 pontos, um a menos que o São Paulo, que não perdeu a 4ª colocação porque o Atlético-PR empatou com Figueirense.
NORMAL
O Corinthians não jogou bem, mas o empate com o Grêmio foi normal. Claro que o ideal seria a vitória porém, o Timão não teve alguns titulares e, mesmo diante de forte adversário, se manteve na liderança, agora com 3 pontos à frente do vice-líder Atlético-MG - está invicto há 16 partidas, sendo 11 vitorias e 5 empates. O 3º colocado Grêmio completou 8 jogos sem derrota.
DUREZA
Com a derrota para o Internacional o Palmeiras completou 3 jogos consecutivos sem vencer no Brasileirão, já que vinha de empate com o Corinthians e derrota para o Goiás. Só que no jogo de anteontem no Beira-Rio, o Alviverde não contou com 7 titulares e ainda assim, ‘vendeu’ caro a derrota. O Palmeiras continua na luta por uma vaga na Libertadores de 2016.
JOGO CRUCIAL
Vitor Hugo faz sua reestreia no Noroeste no jogo crucial contra o Lemense, amanhã à tarde. Os 2 times ainda não venceram na fase decisiva da Bezinha, e o perdedor dará precoce adeus ao acesso à Série A3. Por isso, mais do que nunca o torcedor alvirrubro precisa comparecer ao Alfredo de Castilho. Vitão muda o time, principalmente a defesa, que foi mal na derrota em Bebedouro. Marcelinho – melhor do grupo ao lado de Marcelo Santos e Hygor Silva – reaparece.
ATÉ TU, CAPETA
Edílson, ex-Palmeiras, Corinthians e Seleção Brasileira está entre os investigados pela Polícia Federal em um esquema de fraude no recolhimento de prêmios de loterias esportivas. O Capetinha nega. Segundo o advogado, um conhecido do ex-jogador usou indevidamente o nome do pentacampeão mundial para conseguir participar da ação ilícita. Pode ser. Está cheio de vigarista por aí.
PISOU NA BOLA
Não entendi Juan Carlos Osorio, o técnico colombiano do São Paulo, em deixar Michel Bastos na reserva no clássico contra o Santos, pois ele é justamente o melhor do time.
MATADOR
O leitor Nathanael pergunta se não estou exagerando ao sugerir Ricardo Oliveira para a Seleção, lembrando que o atacante tem 35 anos. Prá mim, se for goleador nato, pode ter 200 anos. Ricardo foi artilheiro do Paulistão (11 gols) e deve ser do Brasileirão – marcou 16 até aqui.
MEMÓRIA
Paulistão de 1980: Noroeste 2 x 0 Portuguesa, em Bauru, gols de Palito e Lela. Árbitro: José Assis Aragão. Público: 10 mil. Noroeste: João Marcos; Marco Antônio, Tobias, Jorge Fernandes e Galli; Wilson Zanon (Maneca), Valdir e Palito; Lela, Marcão (Jorge Maravilha) e Wallace. Técnico: Varlei de Carvalho. Portuguesa: Everton; César (Toninho Braga), Duílio, Daniel González e Fantick; Zé Mário, Amadeo e Wilson Carrasco; Toquinho, Douglas (Moisés) e Pita. Técnico: Mário Travaglini.
AQUELE ABRAÇO
Aquele abraço Zé da Barca e parabéns pelo aniversário.