Tribuna do Leitor

Luz

Antonio Fco. Luchesi
| Tempo de leitura: 1 min

Circulando pelas vias do Jardim Araruna, em Bauru, na proximidade da Arena Engenheiro Luiz Edmundo Carrijo Coube, revejo um velho amigo, construtor e pedreiro. Procuramos uma sombra, já que estamos na primavera, e estacionamos. Nos cumprimentamos e passamos a reviver o nosso passado nos mais diversos assuntos.


Vamos ao que interessa. Estamos diante de um vazamento da rede de água, não é ramal não. Aí me pergunta o “Pixuteleco”, estava me esquecendo do apelido do amigo. “Desperdício de um litro por segundo, já fazendo cinco dias, chegamos a 132 mil litros”.

- “Metade rapaz, você exagera”.

- “216 mil litros também é bastante”. Digo a ele, sempre metido à economista, como nos velhos tempos.


Rindo, ele me solicita clarear suas dúvidas. Eu gosto de milhão.

O projeto da ETE, as empresas construtoras conheciam? Será que o reajuste de R$ 11,5 milhões corresponde à etapa do estaqueamento da fundação? O valor original tem que ser bem maior que R$ 11,5 milhões pela lógica, não? Seriam R$ 25 milhões só de fundação?


Se do contrário, todo projeto tem dúvidas? Vou solicitar, digo perguntar, quantos teriam sido os furos de sondagens executados para a execução do projeto.


Ah! Perito, feitor “Pixuteleco”, isso é assunto para uma equipe muito bem treinada e competente, já que a localização nos parece bastante úmida.


Não vou deixá-lo na dúvida não. Vamos pedir aos amigos engenheiros, administradores, economistas e técnicos para clareá-la sem se esquecer do famoso IPT, que seria o juiz de qualquer partida amistosa. NP está crescendo.

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