| Malavolta Jr. |
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| Compuseram a mesa do encontro do PDT o presidente da legenda em Bauru, Fabiano Mariano, Gerson Alves Pinheiro, Kláudio Cóffani, Kaio Ruiz, Maria Helena Catini, Reinaldo Mandaliti, Sandro Bussola, Rodrigo Mandaliti, Elson Reis, Carlinhos do PS, Arnaldo Ribeiro e Arildo Lima Júnior |
A um ano das eleições de 2016, o PDT tem praticamente uma chapa completa de vereadores para o próximo pleito. Em reunião ordinária da sigla, realizada nesse sábado (3) pela manhã no Parque Viaduto, em Bauru, 30 pré-candidatos ao Legislativo estiveram presentes e tiveram o respectivo nome citado entre um discurso e outro. Ao todo, aproximadamente 70 pessoas compareceram ao encontro, que recebeu também representantes do PPS, PP e PSDB.
O vereador Sandro Bussola, ainda filiado ao PT, não só esteve presente como também se comportou como se já estivesse filiado ao PDT. “Hoje nós temos um grupo forte e completo. Inclusive com a quota para mulheres. É nisso que estamos trabalhando hoje. O PDT vai ser protagonista nas próximas eleições. As pessoas estão vendo o PDT como uma alternativa viável para assumir o comando de Bauru”, garante o presidente do partido em Bauru, Fabiano Mariano.
De acordo com ele, a legenda conta com vários nomes capazes de suceder o atual prefeito Rodrigo Agostinho (PMDB), como o seu próprio (embora diga oficialmente que sua principal missão é coordenar a sigla na cidade) e do advogado Kláudio Cóffani. No entanto, a principal aposta da sigla como candidato a prefeito é o do empresário Rodrigo Mandaliti, que compareceu à reunião.
Ainda não filiado ao PDT, partido que integrou no passado, Mandaliti nega ser candidato a prefeito. “Devo me filiar em breve, mas tenho ainda algumas barreiras para passar dentro da minha casa e das minhas empresas (para assumir o compromisso). Fui convidado e fico honrado com o convite (de filiação e de ter o nome aventado para ser chefe do Executivo)”.
Coalizão
A despeito da ponderação, o empresário também teve o nome colocado como sucessor de Rodrigo Agostinho pelo vereador Sandro Bussola (PT). Ao anunciá-lo foi ovacionado pelos presentes. Alguns deles, como se já fossem colegas de partido do ainda petista, aproveitaram para cumprimentá-lo depois. No entanto, para não perder o mandato na Câmara, o vereador ficará no PT até março de 2016, quando poderá trocar de sigla.
“Está bem representativa essa reunião. Vim para dizer que agora é a hora de pensar a cidade. Eu sempre defendi uma política de alianças e defendo novamente para 2016”, afirma o petista. Fabiano Mariano, presidente do PDT, divide a mesma opinião. “Temos de pensar em um bem maior. E partidos como o PSDB, PPS, PSB, PTB e o próprio PMDB são muito bem-vindos para somar com a gente”, comenta.
O encontro de ontem contou com a presença do chefe de gabinete e presidente do PPS, Arnaldo Ribeiro, do vereador Carlinhos do PS (PP) e do tucano Arildo Lima Júnior. “O principal compromisso do PDT é com Bauru”, acrescenta o vereador Fabiano Mariano. Ressalta que o trabalho para fortalecer o partido com a integração de novos nomes continuará.
“O PDT está sempre de portas abertas para pessoas do bem que queiram e tenham compromisso com a cidade, independentemente de questões ideológicas”, reitera.
