Entre os dias 24, 25 e 26 de setembro, em Limeira (296 mil habitantes), com organização do Centro do Professorado Paulista, aconteceu a “VI Limeira Patchwork”. Na véspera ocorreu o cerimonial com a presença de autoridades locais e do secretário estadual de Turismo Roberto de Lucena. Cerca de 200 expositores em mais de 157 stands começaram a chegar na cidade logo no início da semana, sendo ao todo profissionais de 8 estados e do Distrito Federal. Dezenas de caravanas de diversas cidades visitaram o local (média de 5 mil/dia).
De Bauru, em um único dia saíram em torno de 120 pessoas em 3 ônibus para visitar a feira. Situação idêntica ocorre todos os anos por bauruenses em visita a Mega Artesanal em São Paulo, sem contar que no início de setembro, em Cafelândia, ocorreu a Cafeartes, cujo modelo em menores proporções é idêntico ao de Limeira. Escrevo tudo isso para tentar mostrar o que essas cidades lucram com essas exposições. Movimentam o setor de gastronomia, hotelaria, postos de gasolina, gera receita com o recolhimento de ISSQN, sem contar com o marketing para a cidade tornando-a mais conhecida.
Algumas feiras aqui na cidade já se tornaram tradição, como a Exposição no Recinto Melo de Moraes, a Feiramor, a Fimab, porém Bauru comporta outros tipos. Duas empresárias já perceberam a carência de feiras na cidade e já estão organizando a II Expobeauty 2016 (Feira da Beleza), pois a primeira foi um sucesso.Deixo a sugestão para o poder público (turismo e desenvolvimento), hotéis, restaurantes e organizadores de eventos a se reunirem para encontrar solução w proporcionar aos bauruenses feiras e exposições bem como movimentar a economia local. Caso contrário, o que a cidade poderia ganhar outras continuarão ganhando.
OBS.: Pesquisando no caderno anual de feiras e exposições no Brasil, encontra-se feiras de menor porte que são realizadas dentro de shopping (mas os preços de locação de stands tem que ser atrativo, caso contrário espanta os interessados).