Às vezes nos perguntamos: será que perdemos o Norte? Não, o trocadilho é conveniente, mas não o nosso Nordeste, esse não está perdido. Antigamente, quando se falava do nosso Nordeste, logo se via a imagem de pobreza, “Vidas Secas”, cablocos e sinhozinhos. Mas hoje o retarato é diferente.
Quando imaginamos o que há de bom no Nordeste para se fazer, logo imaginamos praias, dunas e resorts. Aquele Nordeste antigo e absoluto não é o que esparamos, nem o industrializado salvo pelo Sul. O que temos é uma região que se reinventou e superou suas dificuldades.
Talvez seja essa a saída para lugares como o Nordeste e outras regiões exóticas sem um futuro promissor, como o Norte e o Centro-Oeste. Não é uma exploração de uma camada dominante, é uma resposta dada pela própria região para um mundo em expansão não necessariamente industrial.
Essa é uma manifestação do próprio mercado para o mercado, não é um assistencialismo do ‘Painho’ (Magalhães), nem um turismo sexual, é uma região que resolveu de forma diferente superar o problema sócio-econômico. E, claro, esperamos que se mantenha assim.