Espero que a mesma competência empresarial que tem o grupo Paschoaloto seja sua visão esportiva, até porque são visões de muitas maneiras diferentes e algumas vezes até antagônicas. O Bauru Basket, embora financiado pela Paschoalotto, pertence à cidade e não a uma empresa, por mais que ela seja significativa. O time não iniciou Paschoaloto, foi Luso, Tilibra, Itabom, GR etc e em todos seus melhores momentos até aqui sempre com Guerrinha. E se um dia a Paschoalotto passar, o time deve continuar.
Sabemos que ninguém é insubstituível, mas que é uma aposta radical isto é fato. Guerrinha foi mais que um técnico, foi refundador, foi gerente, foi diretor, foi incentivador, foi diante da torcida um ícone do time. Isto é insubstituível. A estratégia de romper o contrato no meio, antes do término, salvo alguma informação ainda não revelada, foi muito estranha e incompatível com o respeito profissional e pessoal que deveria ser dedicado a alguém como Guerrinha. Aí a reformulação já começou muito mal.
Esperamos como bauruenses e torcedores que esta injustiça seja de alguma forma corrigida ou devidamente esclarecida e que o novo técnico seja vencedor, do nível de Guerrinha e com a mesma garra que sempre o caracterizou.